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Pelo menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos

Após tremores de 7,2 e 7,5, ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela, em meio a desolação e mais de 920 mortos

Equipes de resgate da Marinha argentina, acompanhadas de cães farejadores, embarcam em uma aeronave Embraer ERJ 140 da Força Aérea Argentina
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  • Sismos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o norte da Venezuela na quarta-feira, dia 24, deixando pelo menos 920 mortos.
  • Ao menos dezessete países enviaram equipes de resgate para auxiliar nos trabalhos de busca e salvamento.
  • Equipes internacionais chegaram para apoiar as operações no terreno e em áreas afetadas pelos desabamentos e danos estruturas.
  • A imagem associada mostra equipes da Marinha argentina com cães farejadores embarcando em um avião da Força Aérea argentina.
  • Fonte: Agence France-Presse (AFP).

Após terremotos de maior magnitude atingirem o norte da Venezuela, pelo menos 17 países enviaram equipes de resgate ao país. O movimento ocorreu após os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 na quarta-feira, 24, para atuar em áreas afetadas. A operação busca localizar vítimas e entregar assistência humanitária.

Conforme informações da agência AFP, equipes de resgate de várias nações chegaram a território venezuelano para apoiar as operações de busca e apoio às comunidades afetadas. Organizações internacionais e forças de proteção devem coordenar ações junto às autoridades locais.

Esforços de resgate internacionais

Entre as equipes mobilizadas, destacam-se unidades da Marinha argentina, cujos integrantes foram fotografados a bordo de uma aeronave da Força Aérea Argentina, acompanhados por cães farejadores. O objetivo é acelerar o resgate em zonas ainda perigosas, com foco em reduzir o tempo de resposta às vítimas.

O balanço inicial aponta pelo menos 920 mortos, com a situação descrita como desoladora em várias regiões do norte venezuelano. As causas exatas da tragédia e os impactos estruturais continuam sendo avaliados pelas autoridades nacionais e internacionais.

Ainda não há confirmação sobre o número exato de feridos ou de desabrigados, mas autoridades enfatizam a necessidade de ajuda internacional para atender demandas emergenciais, como suprimentos, abrigo e serviços médicos. As informações oficiais são complementadas por agências de cooperação humanitária.

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ONU coordena equipes de resgate de ao menos dezessete países para buscar sobreviventes na Venezuela, com prioridade absoluta nas próximas horas

Mil profissionais de resgate já atuam em La Guaira e outras regiões devastadas, enquanto a ajuda humanitária internacional cresce - (crédito: Federico Parra/AFP)
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  • A ONU está coordenando equipes de resgate de 17 países para buscar sobreviventes dos terremotos na Venezuela.
  • Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o norte venezuelano na quarta-feira, deixando pelo menos 589 mortos e prédios desabados, principalmente em La Guaira.
  • Até o momento, 25 equipes foram mobilizadas, sendo 17 de busca e resgate urbano e o restante de resposta médica, totalizando mil profissionais de resgate.
  • Países já mobilizados incluem Chile, Colômbia, El Salvador, Itália, México, Suíça e Estados Unidos, além de Reino Unido, República Tcheca, Equador, França, Alemanha, Jordânia, Países Baixos, Catar e Espanha.
  • A Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho já enviou 17 toneladas de ajuda e destinou fundos para apoiar a Venezuela, com apelo de 50 milhões de francos suíços para atender 300 mil pessoas.

Ao menos 17 países já enviam equipes de busca e resgate à Venezuela para ajudar a encontrar sobreviventes após os terremotos ocorridos na semana. A ONU informou que a operação está entre as prioridades da resposta humanitária.

Os abalos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o norte venezuelano na quarta-feira, deixando 589 mortos e estruturas desabadas, principalmente na região de La Guaira, litoral próximo a Caracas. As buscas seguem com apoio internacional.

Até agora, 25 equipes foram mobilizadas, sendo 17 de busca e resgate urbano e o restante de resposta médica de emergência, somando mil profissionais no local.

Países envolvidos e logística

Equipes do Chile, Colômbia, El Salvador, Itália, México, Suíça e Estados Unidos já atuam na Venezuela. Também estão mobilizadas equipes do Reino Unido, República Tcheca, Equador, França, Alemanha, Jordânia, Países Baixos, Catar e Espanha.

A comunidade internacional está trabalhando para evitar que a tragédia humanitária se agrave. Organizações humanitárias destacam a necessidade de acesso rápido a quem precisa de ajuda.

A Organização Pan-Americana da Saúde reforça que as prioridades são o resgate de pessoas e o atendimento médico de emergência, incluindo suporte a vítimas com traumas e queimaduras, especialmente em regiões com prédios derrubados.

Ajuda humanitária e apoio logístico

A Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho divulgou que as primeiras 17 toneladas de ajuda já saíram do centro logístico no Panamá, com itens como utensílios de cozinha, kits de higiene, mosquiteiros, barracas e cobertores.

A FICV destinou 2 milhões de francos suíços de seu Fundo de Emergência para Desastres e abriu um apelo de 50 milhões de francos suíços para apoiar a Cruz Vermelha venezuelana no atendimento a cerca de 300 mil pessoas.

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