- No sábado, 27 de junho, foi assinado em Washington um acordo-quadro trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o acordo é um passo crucial para evitar uma escalada no Oriente Médio.
- A UE informou que pode apoiar um caminho rumo à estabilidade regional duradoura, com 100 milhões de euros em ajuda humanitária para pessoas deslocadas.
- O texto do acordo, divulgado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirma que Israel e Líbano desejam viver em paz e encerrar o estado de guerra por meio de negociações bilaterais com mediação dos EUA.
- O líder do Hezbollah, Naim Qassem, classificou o acordo como nulo e sem efeito, chamando-o de humilhação e rendição de soberania.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse neste sábado 27, em Washington, que o acordo-quadro trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos representa um passo crucial para evitar uma escalada no Oriente Médio. Ela destacou que a mediação dos EUA foi fundamental e pediu foco no desarmamento de grupos não estatais e na soberania do Líbano.
Von der Leyen afirmou que a União Europeia apoia um caminho rumo à estabilidade regional duradoura. O apoio inclui ajuda humanitária contínua, com 100 milhões de euros destinados a pessoas deslocadas. A líder europeia ressaltou a importância de preservar a integridade territorial libanesa.
De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, o texto do pacto reforça o direito de cada país existir em paz e o desejo de convivência segura entre vizinhos. O acordo prevê encerramento do conflito por negociações bilaterais diretas, com mediação dos EUA.
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, encaminhou avaliação contrária ao acordo. Ele descreveu o entendimento como nulo, humilhante e uma rendição de soberania, mantendo a postura de oposição ao pacto trilateral.
O documento assinado em Washington foi divulgado pelo governo americano e pelo Departamento de Estado. Israel e Líbano reafirmaram o objetivo de encerrar o conflito formalmente, com negociações diretas e supervisão dos EUA.
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