- A Samaritan’s Purse enviou um avião cargueiro com um hospital de campanha e suprimentos para atender as vítimas dos terremotos na Venezuela, chegando a La Guaira.
- O hospital de campanha pode atender mais de 100 pacientes por dia e conta com salas de cirurgia, unidade de terapia intensiva, farmácia e laboratório; voluntários já atuam no local.
- Franklin Graham, presidente da organização, pediu orações e afirmou que o hospital de campo é parte de um esforço de longo prazo para ajudar Caracas e La Guaira.
- O país registra números graves: pelo menos 1.450 mortos, 3.500 feridos e 12.721 casas atingidas; centenas de prédios desabaram e vários hospitais foram danificados.
- A UNICEF estima que cerca de 680 mil crianças precisam de assistência; há também apelo por apoio psicológico aos sobreviventes.
A Samaritan’s Purse enviou um hospital de campanha e suprimentos de emergência para a Venezuela após dois terremotos que atingiram o país na semana passada. No sábado, a organização enviou um avião cargueiro para apoiar as vítimas.
Voluntários especializados em resposta a desastres já estão no território, com outras equipes a caminho para reforçar as operações. O objetivo é atender feridos e apoiar comunidades desabrigadas.
O hospital de campanha pode atender mais de 100 pacientes por dia e traz salas de cirurgia, UTI, farmácia e laboratório. Além disso, foram enviados itens para abrigos, como cobertores e lanternas solares.
La Guaira, uma das cidades mais afetadas, recebe a instalação médica móvel. Autoridades venezuelanas relatam que hospitais locais estavam sobrecarregados e muitos sofreram danos.
Franklin Graham, presidente da Samaritan’s Purse, informou que o aparato chega em meio à devastação em Caracas e La Guaira, onde dezenas de milhares de pessoas foram afetadas. Ele pediu orações pela população.
A organização descreveu o cenário de busca por sobreviventes como desafiador, com réplicas de tremores ainda ocorrendo. O grupo destaca que o apoio é de longo prazo e envolve cooperação com autoridades locais.
Segundo autoridades venezuelanas, pelo menos 1.450 pessoas morreram, 3.500 ficaram feridas e 12.721 perderam suas casas. Muitas estruturas permanecem danificadas, incluindo hospitais.
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