- Milhares de pessoas prestaram homenagens em Israel ao ataque do Hamas, que completa mil dias.
- Em sete de outubro de dois mil e vinte e três, terroristas cruzaram a fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel e atacaram comunidades no sul do país.
- O ataque deixou mais de mil e duzentas pessoas mortas e duzentas cinquenta e uma sequestradas para Gaza, sendo o pior da história de Israel, incluindo o massacre no festival de música, com trezentos e sessenta e quatro mortos.
- Em Tel Aviv, manifestantes pediram investigação sobre falhas de segurança.
- O governo diz que o ataque marcou o início de uma guerra em várias frentes, com confrontos esperados com Hezbollah no Líbano, houthis no Iêmen e tensões com o Irã.
Milhares de pessoas prestaram homenagens em Israel às vítimas do pior ataque do Hamas, ocorrido em 7 de outubro de 2023. Hoje se completam mil dias desde o ataque.
Na areia de uma praia, uma mensagem lembra que o sangue das vítimas continua derramando. O ato simbólico reforça o luto nacional pelos acontecimentos daquele dia.
O ataque aconteceu quando terroristas cruzaram a fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, atingindo comunidades no sul do país. O episódio é considerado o ponto de partida de um conflito de múltiplas frentes.
Contexto e desdobramentos
Segundo dados oficiais, mais de 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas foram levadas para a Faixa de Gaza. O ataque incluiu o massacre em um festival de música, que deixou 364 mortos.
Em Tel Aviv, manifestantes pediram investigação sobre falhas de segurança que teriam contribuído para a tragédia.
Para o governo israelense, o ataque marcou o início de uma guerra em várias frentes, incluindo confrontos com o Hezbollah no Líbano, com os houthis no Iêmen e tensões com o Irã.
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