- nove mortos e 46 feridos, incluindo ao menos cinco crianças, em ataques russos a Kyiv na segunda rodada em uma semana.
- os ataques ocorreram na véspera da cúpula da otan em turquia, com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky esperando reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump.
- mísseis russos atingiram prédios na cidade, causando incêndios em blocos de apartamentos e danos a galpões e a uma oficina de garagem.
- moradores evacuaram em massa para estações de metrô enquanto equipes de resgate procuram sobreviventes entre os escombros.
- Zelensky pediu suprimentos de mísseis de longo alcance e licenças para fabricar mísseis Patriot; a Rússia diz ter mirado bases militares e de energia em retaliação a ataques ucranianos.
Oito pessoas morreram e ao menos 46 ficaram feridas em Kyiv após a segunda rodada de ataques russos na capital ucraniana, ocorrida nesta semana. Entre os feridos, há pelo menos cinco crianças. Bombas atingiram blocos de apartamentos parcialmente demolidos e provocaram incêndios em algumas áreas.
O prefeito de Kyiv, Vitaly Klitschko, informou que mísseis atingiram vários edifícios, provocando chamas em complexos residenciais. Também houve danos em armazéns e em uma oficina de reparos, segundo a prefeitura.
Equipes de resgate trabalham para localizar pessoas presas sob os escombros, enquanto imagens mostram estruturas chamuscadas e carros queimados pela cidade. Pela manhã, soldados continuavam a varrer o perímetro em busca de sobreviventes.
Contexto antes da cúpula da OTAN
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, que já havia alertado sobre uma segunda ofensiva russa, disse que a inteligência indicava novo ataque massivo sobre Kyiv. Milhares deixaram residências e buscaram abrigo em estações de metrô.
A Ucrânia acusa Moscou de mirar zonas civis; a Rússia afirma ter atingido alvos militares e bases de energia em retaliação a ataques ucranianos. Também houve interrupções no abastecimento de energia em Sevastopol, na Crimeia.
Antes da cúpula, Zelenskiy pediu aos aliados que não atrasem fornecimentos de mísseis de longo alcance para uso contra a Rússia e solicitou autorizações dos EUA para fabricar mísseis Patriot.
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