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Trump acompanha repatriação de militares mortos no Irã

A cerimônia na base militar de Dover recebeu os corpos de quatro soldados americanos mortos em ataques ligados ao Irã

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O presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, prestam continência enquanto militares transportam a urna com os restos mortais de um sargento do Exército dos EUA durante a cerimônia de traslado solene na Base Aérea de Dover, em Delaware (Crédito: Evelyn Hockstein/Reuters)

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<li>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou da cerimônia de repatriação dos corpos de militares americanos mortos na guerra contra o Irã, na Base Aérea de Dover, em Delaware, nesta quarta-feira (22).</li>
<li>Ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, e das famílias dos falecidos, Trump prestou continência ao acompanhar a saída dos caixões cobertos por bandeiras dos EUA do avião.</li>
<li>A cerimônia é chamada de "transferência digna" e ocorreu em meio à frustração com o conflito que envolve EUA e Israel contra o Irã.</li>
<li>O texto aponta que o conflito já deixou dezoito militares americanos mortos e mais de quatrocentos e cinqüenta feridos, com custos para os contribuintes de pelo menos US$ 37,5 bilhões.</li>
<li>Trump disse que honrar os militares é uma tarefa difícil, mas necessária, e respondeu à pergunta sobre o que diria às famílias: "Tudo o que vou dizer é: nós amamos vocês…" Além disso, na segunda-feira ele elevou o tom das ameaças a Teerã.</li>
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhou nesta quarta-feira (22) a repatriação dos corpos de quatro militares americanos mortos no Oriente Médio. A cerimônia ocorreu na Base Aérea de Dover, em Delaware, e contou com a presença de familiares das vítimas e do secretário de Defesa, Pete Hegseth.

A cerimônia, conhecida como transferência digna, marca o retorno dos corpos de militares mortos em ação ao território americano. Trump prestou continência enquanto equipes militares retiravam os caixões cobertos por bandeiras dos Estados Unidos do avião.

Três dos militares morreram na sexta-feira (17), quando um ataque com míssil iraniano atingiu alojamentos da Base Aérea Muwaffaq Salti, na Jordânia. O quarto militar morreu no domingo (19), em Erbil, no Iraque, durante a detonação controlada de um drone de ataque abatido.

+Trump ameaça atacar estruturas no Irã para cada navio atingido em Ormuz

Antes da cerimônia, Trump afirmou que homenagear militares mortos está entre as tarefas mais difíceis da Presidência. Questionado sobre o que diria às famílias, o presidente disse que não trataria o momento como “jogos” e que expressaria amor pelos filhos perdidos.

Na segunda-feira (20), Trump elevou o tom contra Teerã e afirmou que o Irã pagará “muitas vezes mais” por cada militar americano morto. O presidente disse ter repassado a orientação a Hegseth, ao chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, e a líderes militares.

O conflito também aumentou a pressão política sobre Trump. Parlamentares republicanos e democratas questionam os objetivos da guerra, que elevou os preços globais do petróleo e não dá sinais de encerramento.

*Com informações da Reuters e AFP

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