O principal suspeito de um ataque mortal nas proximidades da <a href=”https://www.portaltela.com/noticias/internacional/2026/07/26/marcha-do-orgulho-de-berlim-tem-atropelamento-com-morto-e-16-feridos/”>Marcha do Orgulho</a> de Berlim foi morto a tiros, informou a polícia neste domingo (26). Os agentes localizaram o suspeito, identificado anteriormente como Abdul Ballout, de 21 anos, por volta das 18h, 13h no horário de Brasília, segundo um comunicado da polícia de Berlim na rede social X. Ele “correu em direção a eles com uma arma branca”, o que levou os policiais a abrir fogo e matá-lo.
O principal suspeito de um ataque nas proximidades da Marcha do Orgulho de Berlim foi morto a tiros, informou a polícia alemã neste domingo (26). Segundo um comunicado na rede social X, os agentes localizaram o suspeito, identificado como Abdul Ballout, de 21 anos, por volta das 18h no horário local, 13h no horário de Brasília. De acordo com os policiais, o homem “correu em direção a eles com uma arma branca”, o que levou os agentes a abrirem fogo e matá-lo.
Na noite de sábado (24), Abdul conduzia uma van em alta velocidade pela rua onde acontecia uma manifestação em favor dos direitos LGBTQIA+. O atropelamento ocorreu por volta das 22h, no horário local, na região do Tiergarten, no centro de Berlim. Segundo a polícia, um veículo branco atingiu várias pessoas antes de bater em uma árvore. Uma ou mais pessoas teriam deixado o veículo e fugido do local.

A polícia identificou Abdul B. como suspeito do atropelamento que matou uma pessoa e deixou 16 feridos (Crédito: AFP/Janson Tschepljakow/Polizei Berlin)
O ataque ocorreu a poucas centenas de metros do fim do percurso da Marcha do Orgulho e do palco principal montado perto do Portão de Brandemburgo. Após o episódio, os organizadores cancelaram as festividades e orientaram os participantes a deixar a região. O ataque deixou 29 feridos e uma mulher morta.
O ministro do Interior alemão, Alexander Dobrindt, afirmou que o incidente foi um “ataque terrorista islamista”. Na igreja Marienkirche, em Berlim, diante de um altar decorado com as cores do arco-íris, o chanceler Friedrich Merz discursou em solidariedade às vítimas.
Com inrformaçõs da AFP
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