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Parlamentares bolsonaristas se encontram com Allan dos Santos em baile de posse de Trump

- Allan dos Santos, foragido da Justiça, participou de evento de Trump nos EUA. - Parlamentares brasileiros, como Jorge Seif e Eduardo Bolsonaro, estavam presentes. - Especialistas afirmam que não houve irregularidade no encontro com Santos. - Ele é investigado por crimes relacionados a fake news e organização criminosa. - Pedido de extradição de Allan está pendente, com EUA considerando "crime de opinião".

O blogueiro Allan dos Santos, considerado foragido pela Justiça brasileira, participou de um baile em comemoração à posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no dia 20 de janeiro de 2024. Durante o evento, ele foi fotografado ao lado de parlamentares de oposição, incluindo o senador Jorge Seif, que expressou em suas redes […]

O blogueiro Allan dos Santos, considerado foragido pela Justiça brasileira, participou de um baile em comemoração à posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no dia 20 de janeiro de 2024. Durante o evento, ele foi fotografado ao lado de parlamentares de oposição, incluindo o senador Jorge Seif, que expressou em suas redes sociais a honra de presenciar o retorno de Trump à presidência. O ex-presidente Jair Bolsonaro, impedido de viajar para os EUA, participou por chamada de vídeo.

Allan dos Santos, que reside nos Estados Unidos desde 2021, afirmou estar trabalhando como motorista de aplicativo em Orlando. Ele é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por calúnia, injúria, ameaça e organização criminosa, sendo suspeito de integrar uma rede que promove ataques a adversários políticos de Bolsonaro. Um pedido de extradição contra ele está pendente desde 2024, mas a administração de Joe Biden não analisou o caso, alegando que os crimes de honra não estão cobertos pelo tratado de extradição.

A presença de Allan dos Santos em eventos com parlamentares brasileiros gerou discussões sobre a legalidade do encontro. Especialistas afirmaram que não houve irregularidade, pois os parlamentares não têm a obrigação de prender foragidos. A responsabilidade pela captura recai sobre as autoridades policiais. Santos é alvo de dois inquéritos no STF e já foi condenado a um ano e sete meses de detenção por calúnia.

Apesar de ter seus perfis bloqueados nas redes sociais, Allan continua a criar novas contas. A extradição dele ainda é uma possibilidade, mas os EUA já negaram pedidos anteriores, considerando os crimes como “opinião”. O STF já solicitou a inclusão de Santos na lista da Interpol, mas isso ainda não foi efetivado. O caso permanece em sigilo, com investigações em andamento sobre possíveis crimes adicionais.

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