A Justiça do Paraná decidiu nesta sexta-feira, 14 de fevereiro de 2024, pela libertação do ex-policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, condenado pelo assassinato do guarda municipal e ex-tesoureiro do PT, Marcelo Aloizio de Arruda, em 2022. A decisão foi tomada um dia após Guaranho receber uma pena de 20 anos de prisão pelo […]
A Justiça do Paraná decidiu nesta sexta-feira, 14 de fevereiro de 2024, pela libertação do ex-policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, condenado pelo assassinato do guarda municipal e ex-tesoureiro do PT, Marcelo Aloizio de Arruda, em 2022. A decisão foi tomada um dia após Guaranho receber uma pena de 20 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Curitiba, sendo preso no dia anterior, 13 de fevereiro.
Antes do julgamento, Guaranho estava em prisão domiciliar devido a problemas de saúde. Após a condenação, sua defesa protocolou um habeas corpus na segunda instância, argumentando que ele necessitava de tratamento médico, já que foi ferido a tiros e agredido no dia do crime. O desembargador Gamaliel Seme Scaff, do Tribunal de Justiça do Paraná, acatou os argumentos e determinou que Guaranho retornasse à prisão domiciliar, agora com o uso de tornozeleira eletrônica.
O crime ocorreu em julho de 2022, em Foz do Iguaçu, durante uma festa temática do PT em comemoração ao aniversário de Arruda. Guaranho teria feito provocações políticas, tocando músicas em homenagem ao então presidente Jair Bolsonaro, o que gerou uma discussão que culminou em uma troca de tiros, resultando na morte de Arruda. Guaranho foi ferido e internado em UTI antes de ser preso e denunciado pelo Ministério Público por homicídio duplamente qualificado, com as qualificadoras de produção de perigo e motivo fútil.
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