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Flávio Bolsonaro classifica denúncia da PGR como ‘atuação política’ contra seu pai

- Flávio Bolsonaro criticou denúncia da PGR como "atuação política" e questionou sua veracidade. - A denúncia envolve Jair Bolsonaro e 33 pessoas por organização criminosa e golpe de Estado. - A pena para os acusados pode chegar a 43 anos de prisão, se condenados. - Flávio insinuou que a denúncia visa desviar a atenção do desempenho de Bolsonaro em 2026. - Ele alegou coação da Polícia Federal sobre Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quarta-feira (19), a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e outras 33 pessoas, acusados de organização criminosa e tentativa de golpe de Estado. Flávio, que assumiu a presidência da Comissão de Segurança Pública do Senado, classificou a ação como uma “atuação […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quarta-feira (19), a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e outras 33 pessoas, acusados de organização criminosa e tentativa de golpe de Estado. Flávio, que assumiu a presidência da Comissão de Segurança Pública do Senado, classificou a ação como uma “atuação política” e lamentou a postura do procurador-geral, Paulo Gonet. Ele insinuou que Gonet estaria mais preocupado com o ministro do STF, Alexandre de Moraes, do que com a verdade.

Na denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet alega que Jair Bolsonaro liderou uma organização criminosa que buscou permanecer no poder após a derrota nas eleições de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As acusações incluem organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, com penas que podem chegar a 43 anos de prisão.

Flávio também sugeriu que a denúncia tem o intuito de desviar a atenção da mídia do desempenho positivo de seu pai em um possível segundo turno em 2026. Ele afirmou que conversará com Jair sobre a situação e questionou a autenticidade da delação do ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, alegando que a Polícia Federal o coagiou a incriminar o ex-presidente. “O que ele fez não foi delação, foi uma coação”, afirmou Flávio, expressando preocupação com a situação de Cid.

Além disso, na manhã de hoje, Alexandre de Moraes decidiu retirar o sigilo da delação de Cid, o que pode trazer mais detalhes à tona sobre as acusações. A medida aumenta a pressão sobre os envolvidos e pode impactar o cenário político à medida que novas informações forem reveladas.

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