Durante um discurso para membros do MST em Minas Gerais, o presidente Lula expressou a necessidade de uma “solução pacífica” para a alta dos preços dos alimentos, mas não descartou “atitudes mais drásticas”. Ele questionou, de forma bem-humorada, o aumento repentino no preço dos ovos, que subiu mais de 60% no atacado em apenas um […]
Durante um discurso para membros do MST em Minas Gerais, o presidente Lula expressou a necessidade de uma “solução pacífica” para a alta dos preços dos alimentos, mas não descartou “atitudes mais drásticas”. Ele questionou, de forma bem-humorada, o aumento repentino no preço dos ovos, que subiu mais de 60% no atacado em apenas um mês. “Galinha não tá cobrando caro”, brincou, ressaltando sua preferência por ovos e a busca por explicações para essa disparada de preços.
Lula destacou que o ovo é um alimento saboroso, rico em vitaminas e proteínas, e mencionou que o governo está investigando a presença de “atravessadores” que encarecem o produto entre o produtor e o consumidor. Ele enfatizou a importância de descobrir quem está por trás desse aumento, afirmando que “muita gente mete o dedo” na cadeia de distribuição. O presidente também comparou os preços, revelando que uma caixa com 30 dúzias de ovos custava cerca de R$ 140 em janeiro, saltando para R$ 210 em fevereiro.
O presidente ainda fez uma analogia ao futebol, citando Pelé e Garrincha, ao afirmar que é preciso “jogar rasteiro” e manter a transparência nas negociações. Em um evento anterior no Amapá, Lula já havia gerado polêmica ao mencionar que estava consumindo “ovo de pata” e “ovo de ema”, referindo-se às aves que habitam o Palácio da Alvorada, sua residência oficial. Essas declarações refletem seu estilo descontraído, mesmo ao abordar questões sérias como a inflação dos alimentos.
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