Sophie Chandauka, nova presidenta da ONG Sentebale, acusou o antigo conselho de administração da organização de abuso de poder e misoginia, resultando na demissão do príncipe Henrique, duque de Sussex, e do príncipe Seeiso de Lesoto em solidariedade. Chandauka, que assumiu a presidência em 2023, afirmou que a situação se tornou insustentável devido a disputas internas e que a marca do príncipe Henrique se tornou “tóxica”, afastando patrocinadores.
Em entrevistas, Chandauka descreveu a divulgação da demissão como um exemplo de “acoso e intimidação em grande escala”. Ela destacou que o duque autorizou a divulgação da notícia sem informá-la, o que causou grande impacto nas equipes da Sentebale. A tensão entre Chandauka e os fundadores da ONG aumentou após a recusa dela em permitir que a organização fosse usada para defender a esposa do príncipe, Meghan Markle.
A Sentebale, cofundada em dois mil e seis para combater o HIV e a AIDS na África do Sul, continuará suas atividades sob nova liderança, segundo Chandauka. Ela enfatizou que sua luta é em defesa de mulheres que não têm recursos e que não se deixará intimidar. A demissão dos príncipes ocorre em um momento difícil para o casal, que enfrenta críticas em outras frentes, incluindo o lançamento de projetos que não tiveram a recepção esperada.
Sophie Chandauka, nova presidenta da ONG Sentebale, acusou o antigo conselho de administração de abuso de poder e misoginia, levando à demissão do príncipe Henrique e do príncipe Seeiso em solidariedade. Chandauka, que assumiu a presidência em 2023, descreveu a situação como um caso de “acoso e intimidação em grande escala”.
Em entrevistas, ela afirmou que a forma como a demissão foi divulgada pelos assessores de comunicação do príncipe foi prejudicial e não a informou previamente. Chandauka também criticou os fundadores da ONG, afirmando que a marca do príncipe Henrique se tornou “tóxica”, afastando patrocinadores e dificultando seus planos de modernização.
A crise na Sentebale começou quando a presidenta decidiu transferir as atividades de arrecadação de fundos de Londres para a África. Chandauka, advogada nascida no Zimbábue, já havia sido membro do conselho entre 2008 e 2014 e, segundo ela, as relações com o príncipe Henrique se deterioraram quando ele se opôs a usar a ONG para defender sua esposa, Meghan Markle.
Apesar da saída dos fundadores, Chandauka garantiu que a Sentebale continuará a operar sob nova liderança. Ela enfatizou seu compromisso com a organização, afirmando que não se deixará intimidar e que defenderá as mulheres que carecem de recursos. A situação ocorre em um momento desafiador para o casal, que enfrenta críticas e desafios em suas carreiras.
Entre na conversa da comunidade