A Câmara Municipal do Rio de Janeiro fez uma reunião para falar sobre a Operação Urbana Consorciada do Parque do Legado Olímpico, que quer transformar a área em um lugar de lazer e cultura. O projeto, que terá um investimento privado de 2,7 bilhões de reais, levantou questões sobre como melhorar o trânsito e a infraestrutura na Barra da Tijuca, onde aconteceram os Jogos Olímpicos de 2016.
Durante a reunião, o vereador Pedro Duarte e outros representantes, incluindo secretários e moradores, mostraram apoio ao projeto, destacando que ele pode ajudar o turismo e a economia local. No entanto, algumas pessoas se preocuparam com o aumento do tráfego e problemas como falta de água e quedas de energia.
Delair Dumbrosck, que representa a comunidade da Barra, falou sobre a necessidade de melhorar a infraestrutura para lidar com o aumento de visitantes. Ele sugeriu ações como dragar as lagoas e criar um transporte aquaviário melhor. A empresa Rock World, que está à frente do projeto, apresentou planos para um teleférico e novas vias de acesso.
O secretário de Desenvolvimento Urbano disse que um projeto para melhorar os corredores de ônibus está em andamento. O presidente da Câmara, Carlo Caiado, sugeriu criar um fundo para financiar melhorias na infraestrutura, como pontes e rotatórias. O projeto agora será analisado pelas comissões da Câmara, que têm até 20 de maio para dar seus pareceres.
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro realizou uma audiência pública para discutir a Operação Urbana Consorciada do Parque do Legado Olímpico, que pretende transformar a área em um centro de lazer e cultura. O projeto, que conta com um investimento privado de R$ 2,7 bilhões, gerou debates sobre mobilidade e infraestrutura na Barra da Tijuca, onde ocorreram os Jogos Olímpicos de 2016.
Durante a reunião, o vereador Pedro Duarte (Novo) e outros representantes, incluindo secretários municipais e membros da comunidade, expressaram apoio ao projeto, destacando seu potencial para impulsionar o turismo e a economia local. No entanto, preocupações foram levantadas sobre o impacto no trânsito e na infraestrutura da região, como a escassez de água e quedas de energia.
Delair Dumbrosck, presidente da Câmara Comunitária da Barra, enfatizou a necessidade de melhorias na infraestrutura para suportar o aumento de tráfego. Ele mencionou a dragagem das lagoas e a implementação de um transporte aquaviário mais eficiente como essenciais para o sucesso do empreendimento. A Rock World, responsável pelo projeto, apresentou planos para um teleférico e novos acessos viários, além de um estudo de mobilidade que visa mitigar os impactos.
O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Gustavo di Sabato Guerrante, informou que o anteprojeto para a veletização dos corredores de BRT (Bus Rapid Transit) está avançado. O presidente da Câmara, Carlo Caiado, sugeriu a criação de um fundo de mobilidade para financiar melhorias na infraestrutura, destacando a importância de intervenções que incluam a construção de pontes e rotatórias na Barra da Tijuca. O projeto segue agora para análise das comissões da Câmara, com prazo até 20 de maio para pareceres.
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