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Britânica é detida ao tentar deixar os EUA após ser barrada no Canadá por trabalho ilegal

Britânica é deportada dos EUA e passa 19 dias detida por suposta violação de visto; caso revela falhas no sistema migratório americano.

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Rebecca Burke, uma artista gráfica britânica de 28 anos, teve problemas ao tentar voltar para a Europa depois de ficar nos Estados Unidos. No dia 26 de fevereiro, ao tentar entrar no Canadá pela fronteira de Seattle, ela foi barrada e mandada de volta para os EUA. As autoridades canadenses disseram que o trabalho que ela fez em programas de intercâmbio exigia um visto de trabalho.

Depois de ser deportada, Rebecca foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), que a acusou de violar seu visto de turista por supostamente ter “trabalhado” nos EUA, mesmo sem receber dinheiro. Sem ajuda legal e sob pressão, ela se sentiu forçada a assinar documentos que a incriminavam. Em uma entrevista, ela comentou que estava exausta e sem comer, acreditando que a assinatura a libertaria.

Rebecca foi levada para um centro de detenção do ICE em Tacoma, onde ficou por dezenove dias, vestindo um uniforme amarelo e sem acesso a seus pertences. Seu caso mostra como o sistema de imigração dos EUA pode ser severo, afetando até quem tenta seguir as regras. Outros jovens europeus também passaram por situações parecidas. Finalmente, ela foi liberada e conseguiu voltar ao Reino Unido quase três semanas depois.

A artista gráfica britânica Rebecca Burke, de 28 anos, enfrentou sérios problemas imigratórios ao tentar retornar à Europa após uma estadia nos Estados Unidos. Em 26 de fevereiro, ao tentar entrar no Canadá pela fronteira de Seattle, ela foi barrada e deportada de volta aos EUA. As autoridades canadenses alegaram que suas atividades em programas de intercâmbio Workaway exigiam um visto de trabalho.

Após a deportação, Burke foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), que a acusou de violar seu visto de turista por supostamente “trabalhar” nos EUA, mesmo sem receber pagamento. Sem assistência jurídica e sob pressão, a artista se sentiu obrigada a assinar documentos que a incriminavam. Em entrevista ao jornal britânico Guardian, ela afirmou: “Pensei que me libertariam se assinasse. Estava exausta, sem comer o dia todo.”

Burke foi transferida para um centro de detenção do ICE em Tacoma, onde permaneceu por dezenove dias, vestindo um uniforme amarelo e sem acesso a seus pertences. Seu caso é um exemplo de como o sistema imigratório dos EUA pode ser rígido e punitivo, afetando até mesmo aqueles que tentam seguir as regras. Outros jovens europeus também relataram experiências semelhantes ao tentar deixar o país.

A artista só recuperou sua liberdade quase três semanas depois, quando finalmente pôde retornar ao Reino Unido. A situação de Burke destaca as dificuldades enfrentadas por estrangeiros nos EUA e a complexidade das leis de imigração, que podem levar a consequências severas mesmo em casos que parecem inocentes.

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