Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Metas do Plano Nacional de Educação não são cumpridas e novo projeto é discutido no Congresso

Estudo revela que 61% das metas do Plano Nacional de Educação não foram cumpridas. Novo PNE em tramitação promete responsabilização e revisão de objetivos.

0:00
Carregando...
0:00

Um estudo mostrou que a maioria das metas do Plano Nacional de Educação, que termina em dezembro de 2023, não foi cumprida. Das 56 metas, 61% não foram atingidas. O estudo analisou 42 indicadores, que incluem a conclusão da educação básica e a alfabetização de jovens. Um dos principais problemas é que o gasto público em educação está estagnado em 5,10%, enquanto a meta era de 7% até 2019 e 10% até 2024. Além disso, três metas importantes não avançaram: o número de matrículas para atendimento educacional especializado, a conclusão do ensino fundamental por alunos de seis a 14 anos e a alfabetização no segundo ano do ensino básico. Um novo plano de educação começou a ser discutido no Congresso, com uma comissão liderada por Tabata Amaral. O novo plano quer responsabilizar os gestores que não cumprirem as metas, com a possibilidade de multas e a exigência de relatórios anuais. A valorização dos professores e o aumento do acesso a creches são prioridades nesse novo plano.

Um estudo da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados revelou que 61% das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que expira em dezembro de 2023, não foram cumpridas. A análise abrangeu apenas 42 dos 56 indicadores que possibilitam a avaliação do progresso. O PNE, que orienta a educação no Brasil, inclui objetivos como a taxa de conclusão da educação básica e a alfabetização de jovens acima de 15 anos.

Entre os indicadores, o que mede o gasto público em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) ficou estagnado, com apenas 5,10% alcançado até agora, enquanto a meta era de 7% até 2019 e 10% até 2024. Além disso, três metas importantes não apresentaram progresso: matrículas para atendimento educacional especializado, alunos de seis a 14 anos que completaram o ensino fundamental e a porcentagem de educandos alfabetizados no segundo ano do ensino básico.

Na semana passada, o novo PNE começou a tramitar no Congresso Nacional, com a instalação de uma comissão mista presidida por Tabata Amaral (PSB-SP). O relator será Moses Rodrigues (União-CE). O novo texto propõe medidas de responsabilização para gestores que não cumprirem os objetivos, incluindo a apresentação de relatórios anuais e possíveis penalidades financeiras.

A valorização da carreira de professores e a ampliação do acesso a creches são consideradas metas inegociáveis no novo plano. A avaliação entre os parlamentares é que um PNE sem mecanismos de responsabilização perderia eficácia, e a necessidade de foco na educação básica é amplamente reconhecida como uma prioridade.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais