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Glauber Braga é cassado pelo Conselho de Ética após expulsar influenciador do MBL

Glauber Braga, deputado federal do PSOL, enfrenta a cassação de seu mandato após expulsar um membro do MBL da Câmara. Ele anunciou greve de fome em protesto.

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O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, foi cassado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados com 13 votos a 5. A decisão veio após ele expulsar um membro do Movimento Brasil Livre (MBL) da Câmara, usando chutes. Glauber acredita que a cassação é uma retaliação por suas críticas ao presidente da Câmara, Arthur Lira, a quem chamou de “bandido”. Este foi o quinto processo contra ele no Conselho.

O incidente ocorreu em abril de 2024, quando o influenciador Gabriel Costenaro fez comentários sobre a mãe do deputado, que estava doente e faleceu pouco depois. Após a decisão, Glauber anunciou uma greve de fome em protesto e disse que não deixaria a Câmara até que seu caso fosse julgado. Ele hesitou em seguir com a greve por causa do filho pequeno, mas reafirmou sua determinação. Glauber ainda pode recorrer da decisão na Comissão de Constituição e Justiça, e, se perder, o plenário da Câmara terá a palavra final. Se a cassação for confirmada, ele ficará inelegível até 2035, e a ex-senadora Heloísa Helena assumiria seu mandato. Glauber é conhecido por suas críticas a figuras políticas como Eduardo Cunha e Sérgio Moro.

O deputado federal Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, foi cassado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados por treze votos a cinco. A decisão ocorreu após um incidente em que Glauber expulsou um membro do Movimento Brasil Livre (MBL) da Casa, utilizando chutes. Ele alega que a cassação é uma retaliação por suas críticas ao presidente da Câmara, Arthur Lira, a quem chamou de “bandido”.

Glauber já havia enfrentado outras representações no Conselho, sendo esta a quinta. O episódio que culminou na cassação ocorreu em abril de dois mil e vinte e quatro, quando o influenciador Gabriel Costenaro fez insinuações sobre a mãe do deputado, que estava doente e faleceu pouco depois. O deputado acredita que Lira atuou nos bastidores para influenciar o resultado do processo.

Após a decisão, Glauber anunciou uma greve de fome em protesto e afirmou que não deixaria a Câmara até que seu caso fosse julgado. Ele expressou hesitação em seguir com a greve devido ao filho pequeno, mas reafirmou sua determinação. O deputado ainda pode recorrer da decisão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e, se perder, a decisão final caberá ao plenário da Câmara.

Se a cassação for confirmada, Glauber ficará inelegível até dois mil e trinta e cinco, e a ex-senadora Heloísa Helena, da Rede, assumiria seu mandato. A trajetória de Glauber na política é marcada por sua postura combativa e críticas a figuras como Eduardo Cunha e Sérgio Moro, refletindo sua posição de oposição ao governo e suas constantes batalhas no Legislativo.

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