A Polícia Federal fez uma operação no Rio de Janeiro e cumpriu 23 mandados de busca para desmantelar um grupo que estava fraudando o aplicativo Caixa Tem. Esse grupo envolvia funcionários da Caixa Econômica e de lotéricas, que recebiam propinas para acessar benefícios sociais de outras pessoas. As fraudes afetaram principalmente quem recebe programas sociais, além de prejudicar o FGTS e o Seguro Desemprego. Desde que o aplicativo foi criado em abril de 2020, houve cerca de 749 mil contestações, resultando em um ressarcimento de aproximadamente 2 bilhões de reais pela Caixa. Os envolvidos podem enfrentar penas de até 40 anos de prisão por crimes como organização criminosa e corrupção. A Justiça também tomou medidas contra 16 pessoas ligadas ao caso.
A Polícia Federal cumpriu 23 mandados de busca e apreensão em várias cidades do Rio de Janeiro nesta terça-feira, visando desarticular uma organização criminosa que fraudava o aplicativo Caixa Tem. A operação abrangeu municípios como Niterói, São Gonçalo e Macaé.
O grupo criminoso cooptava funcionários da Caixa Econômica Federal e lotéricas com o objetivo de acessar benefícios sociais de terceiros. As fraudes afetaram principalmente beneficiários de programas sociais, além de atingirem o FGTS e o Seguro Desemprego, todos geridos pelo aplicativo.
Desde a criação do Caixa Tem em abril de 2020, foram registrados cerca de 749 mil processos de contestação, resultando em um ressarcimento de aproximadamente R$ 2 bilhões pela Caixa. Os investigados enfrentam acusações de organização criminosa, furto qualificado e corrupção, com penas que podem chegar a 40 anos de reclusão.
As investigações contaram com o apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção a Fraude e da Corregedoria Regional da Caixa. A Justiça Federal também impôs medidas cautelares a 16 investigados, além dos mandados de busca.
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