Juliana Oliveira, ex-assistente de palco de Danilo Gentili, denunciou Otávio Mesquita por violência sexual durante uma gravação do programa The Noite em 2016. Ela prestou depoimento à polícia, onde contou que outras duas mulheres também relataram experiências semelhantes com Mesquita. O depoimento de Juliana durou cerca de duas horas e foi feito no 7º Distrito Policial de Osasco, em São Paulo. O advogado dela, Hédio Silva Jr., disse que as novas testemunhas têm relatos coerentes e que o modo como os incidentes ocorreram é parecido com o que Juliana descreveu. A defesa de Mesquita, representada pelo advogado Roberto Campanella, nega as acusações e afirma que se tratou de uma brincadeira. Mesquita também processa Juliana por danos morais, pedindo R$ 50 mil. Juliana afirma que Mesquita a tocou de forma inadequada, mesmo após ela mostrar que não queria. O advogado de Juliana ressaltou que a lei considera atos sexuais sem consentimento como estupro, mesmo sem penetração. A Polícia Civil tem trinta dias para concluir a investigação, que pode ser prorrogada.
Juliana Oliveira, ex-assistente de palco de Danilo Gentili, prestou depoimento na quarta-feira, 23, sobre a denúncia de violência sexual contra o apresentador Otávio Mesquita. O incidente teria ocorrido durante uma gravação do programa The Noite, em 2016. A humorista relatou à polícia que outras duas mulheres também a procuraram com relatos semelhantes sobre Mesquita.
O depoimento de Juliana durou cerca de duas horas e foi realizado no 7º Distrito Policial de Osasco, São Paulo. Ela estava acompanhada do advogado Hédio Silva Jr., que afirmou que as duas novas testemunhas têm relatos coerentes e que o modus operandi é similar ao que Juliana descreveu. A expectativa é que ambas sejam ouvidas no inquérito aberto para investigar as acusações.
A defesa de Otávio Mesquita, representada pelo advogado Roberto Campanella, nega as acusações e afirma que não tem conhecimento de novas manifestações formais. Mesquita classificou o episódio como uma “brincadeira” combinada antes das gravações e afirmou que a gravação do programa poderia ter sido interrompida caso Juliana não tivesse concordado. Ele processa Juliana por danos morais, pedindo uma indenização de R$ 50 mil.
Juliana alega que, durante a gravação, Mesquita a tocou de forma inapropriada, mesmo após ela demonstrar contrariedade. O advogado Hédio Silva destacou que a lei penal considera atos libidinosos sem consentimento como estupro, mesmo sem penetração. A Polícia Civil tem um prazo de trinta dias para concluir o inquérito, que pode ser prorrogado.
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