Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, pode estar pensando em se candidatar à presidência em 2026, mesmo após ter dito que seria difícil concorrer novamente depois da eleição de 2022, onde obteve apenas 3% dos votos. Pesquisas recentes mostram que ele está em terceiro lugar nas intenções de voto, com números entre 9,7% e 14,2%. Embora não tenha um cargo desde 2011, Ciro é ativo nas redes sociais e critica o governo de Lula, destacando problemas como o endividamento de 80% das famílias. Seus apoiadores estão usando a hashtag “É tempo de Ciro” para promover sua candidatura. No entanto, o PDT, partido de Ciro, enfrenta uma crise, perdendo deputados e podendo não ter recursos suficientes para 2026. Além disso, a possibilidade de o PDT apoiar o governo de Elmano de Freitas no Ceará complica ainda mais a situação. Ciro já tentou a presidência quatro vezes e nunca chegou ao segundo turno, e a atual polarização política e a crise do PDT levantam dúvidas sobre sua viabilidade. O cientista político Eduardo Grin observa que, apesar de Ciro ser um “eterno candidato”, ele perdeu parte de seu apelo. A decisão de Ciro sobre uma nova candidatura pode depender de fatores como a possível desistência de Lula, enquanto ele continua a se engajar em debates e a promover suas ideias.
Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, pode reconsiderar sua candidatura à presidência em 2026, apesar de ter afirmado que “dificilmente” concorreria novamente após a eleição de 2022, na qual obteve apenas 3% dos votos. Recentes pesquisas indicam que ele ocupa a terceira posição nas intenções de voto, com percentuais variando de 9,7% a 14,2%.
Embora esteja sem mandato desde fevereiro de 2011, Ciro mantém uma presença ativa nas redes sociais, onde critica o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um vídeo, ele denunciou o endividamento de 80% das famílias e qualificou o crédito consignado como um “assalto ao povo”. Seus apoiadores têm promovido a hashtag “É tempo de Ciro”, defendendo sua candidatura como uma alternativa viável.
A crise no Partido Democrático Trabalhista (PDT) representa um desafio significativo para Ciro. A sigla, que perdeu deputados e corre o risco de não cumprir a cláusula de barreira, pode não garantir os recursos do fundo partidário em 2026. Além disso, a possibilidade de o PDT apoiar o governo do petista Elmano de Freitas no Ceará complica ainda mais a situação.
Ciro Gomes já disputou quatro eleições presidenciais, mas nunca chegou ao segundo turno. A polarização política atual e a crise interna do PDT levantam dúvidas sobre o espaço que uma candidatura de centro-esquerda teria no cenário eleitoral. O cientista político Eduardo Grin, da Fundação Getulio Vargas, observa que, apesar de Ciro ser um “eterno candidato”, ele perdeu parte de seu apelo.
A decisão de Ciro sobre uma nova candidatura pode depender de fatores como a eventual desistência de Lula. Enquanto isso, ele continua a se engajar em debates e a promover sua visão política, mantendo a esperança de um futuro mais promissor.
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