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Vereador aciona MPT para investigar CBF por descumprimento de acordo sobre assédio

Vereador aciona MPT para investigar a CBF por descumprimento de TAC contra assédio, sugerindo afastamento cautelar de Ednaldo Rodrigues.

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O vereador Marcos Dias pediu ao Ministério Público do Trabalho para investigar a Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, por descumprimento de um acordo sobre assédio moral e sexual. Esse acordo foi feito após o afastamento do ex-presidente Rogério Caboclo. Dias afirma que o atual presidente, Ednaldo Rodrigues, continua com práticas de assédio e recebeu várias denúncias sobre isso, algumas já em processo judicial. Ele sugeriu que Ednaldo seja afastado temporariamente para não atrapalhar as investigações, já que os funcionários têm medo de represálias. O vereador também pediu que o MPT faça uma investigação na sede da CBF, pois os empregados não se sentem seguros para denunciar. A CBF respondeu que não foi notificada sobre a denúncia e que repudia qualquer ato de assédio, destacando que está implementando novas políticas para proteger seus colaboradores.

O vereador Marcos Dias, presidente da Comissão de Direitos Humanos, acionou o Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele alega que a entidade descumpriu um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado após denúncias de assédio moral e sexual que levaram ao afastamento do ex-presidente Rogério Caboclo.

Dias afirma que a gestão do atual presidente, Ednaldo Rodrigues, continua a apresentar práticas de assédio. O vereador recebeu diversas denúncias sobre a continuidade dessas ações, algumas já em trâmite judicial. Ele sugeriu ao MPT o afastamento cautelar de Ednaldo, temendo que possíveis intimidações a funcionários possam prejudicar as investigações.

O vereador também pediu que o MPT realize diligências na sede da CBF, argumentando que os empregados não se sentem seguros para denunciar irregularidades por receio de represálias. O documento apresentado menciona indícios de que Ednaldo teria criado um ambiente de vigilância e fiscalizações irregulares, além de humilhações e cobranças abusivas.

A CBF, por sua vez, declarou que não foi notificada sobre a representação e, portanto, não conhece seu conteúdo. A entidade reafirmou que “repudia veementemente qualquer denúncia de assédio na atual gestão” e destacou que tem implementado medidas para preservar a integridade de seus colaboradores, incluindo uma nova Política de Recursos Humanos focada em ética e combate à discriminação.

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