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Famílias da favela do Moinho se mudam para novos apartamentos na Cidade Líder

Moradores da favela do Moinho iniciam nova fase em apartamentos na Cidade Líder, com subsídios que tornam as prestações acessíveis.

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Francisca Antonia de Lima, de 42 anos, e Angelo da Silva Batista, de 26 anos, foram os primeiros moradores da favela do Moinho a se mudar para novos apartamentos na Cidade Líder, em São Paulo. Eles deixaram a favela após a decisão do governo de realocar os moradores. As famílias foram transportadas em um caminhão da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) e agora vivem em um prédio de quatro andares, com apartamentos de dois quartos. Com subsídios, as prestações mensais ficarão entre R$ 300 e R$ 350, bem abaixo do valor original de R$ 815. Francisca, que já viveu em outra ocupação, busca um ambiente melhor para suas filhas, enquanto Angelo, que é pai solteiro de gêmeos, também procura estabilidade. Ambos enfrentam desafios na adaptação à nova vida, mas estão animados com as mudanças.

Moradores da favela do Moinho são realocados para novos apartamentos em São Paulo

Francisca Antonia de Lima, 42 anos, e Angelo da Silva Batista, 26 anos, foram os primeiros moradores da favela do Moinho a se mudarem para novos apartamentos na Cidade Líder, zona leste de São Paulo. A mudança ocorreu em um dia recente, com o apoio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU).

As famílias percorreram pouco mais de 20 quilômetros em uma van até o novo endereço. O prédio, de térreo e três andares, possui quatro apartamentos por andar, com unidades variando de 30 a 43 metros quadrados. A CDHU adquiriu as unidades por R$ 210 mil cada, e com subsídios, as prestações para os moradores ficarão entre R$ 300 e R$ 350, em vez dos R$ 815 sem o apoio.

Francisca expressou sua felicidade e preocupação ao deixar a favela, onde viveu por cinco anos. Ela mencionou que desejava criar suas filhas longe dos problemas associados ao centro, como o uso de drogas. Sua filha mais velha, que enfrentou dificuldades com dependência, agora está recuperada e casada.

Angelo, pai de gêmeos, também se mostrou aliviado com a mudança. Ele morava em uma construção de madeira e enfrentava riscos, como a presença de escorpiões. O novo apartamento representa uma nova fase para ele e seus filhos. Angelo, que é beneficiário do Bolsa Família, planeja concluir o ensino médio e ingressar em uma faculdade de análise de sistemas.

A CDHU já havia adquirido outras unidades do prédio antes da mudança das famílias do Moinho. O projeto visa atender a uma demanda de 5.800 unidades habitacionais. A construção foi finalizada em dezembro e, segundo o síndico do condomínio, o valor do condomínio será de R$ 180, além de R$ 10 para o fundo de reserva.

A mudança representa um passo significativo para os moradores, que agora buscam se adaptar a uma nova realidade, longe dos desafios enfrentados na favela.

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