O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e seu ex-ministro das Relações Exteriores, Álvaro Leyva, estão em uma disputa pública. Leyva acusou Petro de ter problemas com drogas, mas não apresentou provas. Em resposta, Petro acusou Leyva de fazer parte de um plano, supostamente organizado por um congressista dos EUA, para derrubá-lo. Durante um evento em Bogotá, Petro afirmou que Leyva está tentando convencer congressistas a agir contra ele e mencionou o congressista Mario Díaz-Balart como o responsável por esse complô. Leyva, por sua vez, enviou uma nova carta reiterando suas acusações e afirmando que Petro está doente. Petro não negou os episódios mencionados, mas também não confirmou as alegações de Leyva. Após o discurso de Petro, Díaz-Balart ironizou a situação, sugerindo que o presidente estava sob influência de drogas ou álcool.
O embate entre o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e seu ex-ministro das Relações Exteriores, Álvaro Leyva, intensificou-se nas últimas horas. Petro acusou Leyva de estar envolvido em um complô para derrubá-lo, supostamente orquestrado pelo congressista republicano dos Estados Unidos, Mario Díaz-Balart. As declarações surgiram após Leyva publicar uma nova carta reiterando suas acusações sobre a suposta drogadição de Petro, que o presidente já havia negado anteriormente.
Durante um encontro na Casa de Nariño, em Bogotá, Petro afirmou que Leyva busca apoio na Comissão de Acusações do Congresso para desestabilizar seu governo. O presidente também mencionou que os envolvidos nesse plano estão “desesperados” devido ao impasse em uma investigação contra ele no Conselho Nacional Eleitoral. Petro declarou que, caso o complô se concretize, uma revolução colombiana seria inevitável.
Acusações e Respostas
A carta de Leyva, publicada em sua conta de X, contém oito páginas e foi enviada a embaixadores no país. Nela, Leyva afirma que Petro está “doente” e menciona episódios em que o presidente teria se comportado de maneira inadequada em encontros internacionais. No entanto, Leyva não apresentou provas concretas de suas alegações.
Após o discurso, Petro dirigiu-se a Díaz-Balart, advertindo-o a não tentar derrubá-lo, sob pena de provocar uma revolução. O congressista americano respondeu com ironia, insinuando que Petro estaria sob influência de drogas ou álcool, e sugeriu que ele procurasse ajuda profissional.
A disputa entre os dois políticos reflete um clima de tensão crescente na política colombiana, com acusações mútuas que podem impactar a estabilidade do governo de Petro.
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