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Ministro Paulo Teixeira defende pressão do MST em abertura da feira da reforma agrária

MST pressiona governo Lula por reforma agrária mais rápida; ministro Paulo Teixeira defende a pressão como essencial e anuncia metas históricas.

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O ministro Paulo Teixeira, responsável pelo Desenvolvimento Agrário no Brasil, falou sobre a pressão do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) durante a abertura da 5ª Feira Nacional da Reforma Agrária em São Paulo. Ele afirmou que a pressão é importante e que o governo está comprometido com a maior meta de assentamentos da história, apesar das críticas do movimento. Teixeira destacou que o MST tem o papel de lutar pelos direitos da reforma agrária e que a crítica não é algo pessoal. O MST, por sua vez, expressou insatisfação com o ritmo da reforma, afirmando que mais de 120 mil pessoas ainda esperam por lotes. O evento contou com a presença de cerca de 150 pessoas, incluindo militantes e deputados, e a feira deve vender 500 toneladas de alimentos até o final do evento.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, defendeu a pressão do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) como essencial durante a abertura da 5ª Feira Nacional da Reforma Agrária, em São Paulo, nesta quinta-feira, 8 de maio de 2025. Teixeira afirmou que “movimento que não faz pressão é pelego” e destacou que o governo Lula está comprometido com a reforma agrária, apresentando a maior meta da história para assentamentos.

A fala do ministro ocorre em um contexto de críticas do MST ao ritmo da reforma agrária, que, segundo o movimento, não tem sido satisfatório. Teixeira, que já enfrentou pedidos de demissão do MST, ressaltou que a pressão é necessária em um estado que historicamente favoreceu grandes proprietários em detrimento dos pequenos agricultores. Ele afirmou que o governo está “com o pé no acelerador” e já cumpriu metade da meta para este ano.

Expectativas do MST

O coordenador nacional do MST em São Paulo, Márcio José, expressou insatisfação com as medidas do governo, afirmando que mais de 120 mil pessoas aguardam a destinação de lotes. Ele reconheceu que a lentidão na desapropriação é um problema que se arrasta desde os governos anteriores, mas pediu respostas mais efetivas do atual governo.

Teixeira, ao discursar para cerca de 150 pessoas, incluindo militantes e parlamentares, reafirmou o compromisso do governo com a pauta agrária. O evento, que deve comercializar 500 toneladas de alimentos até o próximo domingo, também contará com shows e discussões sobre a crise climática.

Relação com o Governo

A relação entre o MST e o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) tem sido marcada por altos e baixos. Em reuniões anteriores, o movimento pediu um aumento nas metas de assentamento, reivindicando 65 mil famílias para 2025, em contraste com o compromisso atual de 20 mil famílias. A expectativa é que o governo atenda a essas demandas para evitar novas tensões.

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