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Supremo Tribunal Federal julga ação penal contra Carla Zambelli e hacker por invasão ao CNJ

Julgamento de Carla Zambelli e Walter Delgatti por invasão ao CNJ começa no STF; defesa tenta mudar para plenário físico, mas é negada.

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal começou a julgar a deputada federal Carla Zambelli e o hacker Walter Delgatti por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. A votação será feita no Plenário Virtual até o dia 16 de fevereiro. A defesa de Zambelli tentou levar o caso para o plenário físico, mas o pedido foi negado. A Procuradoria-Geral da República acusa Delgatti de ter invadido os sistemas do CNJ sob a orientação de Zambelli, alterando documentos para prejudicar o Judiciário e beneficiar a deputada. Durante a invasão, foi inserido um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. As investigações mostram que Zambelli contatou Delgatti no final de 2022, prometendo-lhe um emprego se ele conseguisse invadir o celular de Moraes.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento da ação penal contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti. O caso envolve a invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e denúncias de falsidade ideológica. A votação ocorrerá no Plenário Virtual até o dia 16 de fevereiro.

A defesa de Zambelli tentou transferir o julgamento para o plenário físico, mas o pedido foi negado pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes. A Primeira Turma também conta com a participação da ministra Cármen Lúcia e dos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), Delgatti invadiu dispositivos do CNJ sob a orientação de Zambelli. A acusação afirma que, entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, o hacker adulterou documentos como certidões e mandados de prisão, visando prejudicar a administração do Judiciário e gerar vantagens políticas para a deputada.

Durante a invasão, foram inseridos documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra Alexandre de Moraes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou que as provas reunidas indicam um ajuste prévio entre os denunciados e um esforço deliberado contra a integridade dos sistemas do Judiciário.

As investigações da Polícia Federal revelaram que Zambelli contatou Delgatti no final de 2022, prometendo-lhe um “emprego garantido” caso ele conseguisse invadir o celular de Moraes. A proposta foi feita em um posto de gasolina na Rodovia dos Bandeirantes (SP). Sem sucesso, a dupla teria planejado a inclusão do mandado falso de prisão.

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