Nikolas Ferreira, deputado do PL-MG, postou um vídeo sobre fraudes no INSS que teve mais de 100 milhões de visualizações em dois dias. A Secretaria de Comunicação da Presidência decidiu não responder diretamente ao vídeo, preferindo informar os aposentados sobre como recuperar o dinheiro desviado. O órgão, liderado pelo publicitário Sidônio Palmeira, quer deixar claro que os problemas do INSS não começaram no governo Lula, mas foram agravados na gestão de Jair Bolsonaro. Sidônio acredita que uma resposta direta ao deputado poderia ser vista como uma tentativa de atacar adversários políticos, similar ao que ocorreu no governo anterior. Por isso, a resposta ao vídeo de Ferreira foi delegada à base governista no Congresso, enquanto alguns petistas tentam rebater suas afirmações nas redes sociais, mas com menos impacto do que a direita.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo sobre fraudes no INSS que gerou grande repercussão, acumulando mais de 100 milhões de visualizações em apenas dois dias. A Secretaria de Comunicação da Presidência decidiu não responder diretamente ao conteúdo, optando por focar na informação sobre restituições.
A estratégia da Secretaria, sob a direção do publicitário Sidônio Palmeira, é evitar uma resposta direta ao deputado. O órgão pretende informar os aposentados sobre os caminhos para a restituição do dinheiro desviado. Além disso, a Secom busca associar os problemas do INSS à gestão de Jair Bolsonaro, afirmando que a crise se intensificou durante seu governo.
Em conversas internas, Sidônio considera que uma resposta direta ao vídeo de Nikolas poderia ser interpretada como a criação de um novo “gabinete do ódio”, termo que remete a práticas do governo anterior. Por isso, a resposta foi delegada à base governista no Congresso, que já começou a se mobilizar.
Líderes do Partido dos Trabalhadores, como Lindbergh Farias (RJ), gravaram vídeos em resposta ao bolsonarista, mas o alcance de suas mensagens foi significativamente menor em comparação com a repercussão do vídeo de Ferreira. A estratégia do governo parece ser uma tentativa de controlar a narrativa em torno das fraudes no INSS, evitando confrontos diretos que poderiam gerar mais polêmica.
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