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Advogado preso por corrupção provoca exoneração de secretário no Tocantins

Exoneração de Deusiano Pereira de Amorim, secretário de Justiça do Tocantins, ocorre após pedido de tratamento especial para advogado preso.

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O advogado Thiago Marcos Barbosa de Carvalho, sobrinho do governador do Tocantins, foi preso em março durante a Operação Sisamnes, que investiga o vazamento de informações de processos do Superior Tribunal de Justiça. Recentemente, Deusiano Pereira de Amorim, secretário de Cidadania e Justiça do Tocantins, foi exonerado após pedir um tratamento especial para Carvalho, que está detido. O pedido de transferência do advogado para uma sala privada foi negado pelo Supremo Tribunal Federal. A exoneração de Deusiano foi publicada em um diário oficial e ocorreu “a pedido”. Ele argumentou que a presença de Carvalho em um presídio comum poderia causar motins e colocar sua segurança em risco. O pedido foi rejeitado pelo ministro do STF. Carvalho foi preso após a Polícia Federal descobrir que ele havia vazado um inquérito sigiloso ao governador, que nega ter recebido informações privilegiadas. Em conversas, Carvalho afirmou que obteve acesso ao inquérito por meio de contatos no STJ e que compartilhou as informações com o governador para ajudá-lo. O governador disse que sua defesa teve acesso regular ao inquérito e que os desdobramentos da prisão de seu sobrinho são responsabilidade dos envolvidos.

O advogado Thiago Marcos Barbosa de Carvalho, sobrinho do governador do Tocantins, foi preso em março durante a Operação Sisamnes, que apura o vazamento de informações de processos do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Recentemente, Deusiano Pereira de Amorim, secretário de Cidadania e Justiça do Estado, foi exonerado após solicitar tratamento especial para Carvalho, que está detido na Casa de Prisão Provisória de Palmas.

A exoneração de Deusiano foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira, 14. O secretário havia pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência do advogado para uma sala privada no Comando-Geral da Polícia Militar, alegando que sua permanência em um presídio comum representava risco à sua segurança e à ordem do sistema prisional. O pedido foi negado pelo ministro Cristiano Zanin.

A prisão de Carvalho ocorreu após a Polícia Federal acessar uma conversa em que ele admite ter vazado um inquérito sigiloso ao governador. Wanderlei Barbosa, que nega ter recebido informações privilegiadas, é mencionado em diálogos onde Carvalho afirma ter obtido acesso ao inquérito nº 1650, relacionado a contratos de cestas básicas. O advogado declarou que foi a Brasília para obter uma cópia da investigação e que compartilhou as informações com o governador para “ajudar” a tomar providências necessárias.

O governador afirmou que sua defesa teve acesso regular ao inquérito mencionado. Após a prisão do sobrinho, ele destacou que “eventuais desdobramentos são de exclusiva responsabilidade dos investigados”.

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