Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério Público Federal solicita demolição de ‘beach clubs’ em Ipanema

Ministério Público Federal pede demolição de quiosques em Ipanema por ocupação irregular, enquanto decreto municipal proíbe músicas nas praias.

0:00
Carregando...
0:00

O prefeito Eduardo Paes criou um decreto que proíbe músicas em quiosques nas praias do Rio, o que gerou polêmica. Agora, o Ministério Público Federal pediu a demolição de quiosques em Ipanema, alegando que eles ocupam a faixa de areia de forma irregular e dificultam o acesso do público. Laudos do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural mostraram que os quiosques Sel D’Ipanema e Clássico Beach Club invadem a área pública, ocupando até 9,75 metros da faixa de areia, totalizando cerca de 350 m². Além disso, esses quiosques usam espreguiçadeiras e mesas, criando um espaço exclusivo que impede a passagem de pedestres. A Orla Rio, que administra o Clássico Beach Club, afirmou que não foi notificada sobre a ação e que todas as melhorias foram autorizadas. O decreto de abril de 2024 já proíbe práticas que limitam a circulação na praia, como cercadinhos. A situação levanta discussões sobre a regulamentação do comércio e a preservação do espaço público nas praias.

Enquanto o decreto do prefeito Eduardo Paes estabelece novas regras para as praias do Rio, como a proibição de músicas em quiosques, o Ministério Público Federal (MPF) solicita a demolição de quiosques em Ipanema. A ação é motivada pela ocupação irregular da faixa de areia, que, segundo o MPF, impede o acesso público.

Laudos do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) indicam que os quiosques Sel D’Ipanema e Clássico Beach Club invadem a área pública, desrespeitando normas ambientais. Durante vistorias realizadas em abril e maio de 2023, foi constatado que as estruturas ocupam até 9,75 metros da faixa de areia, totalizando cerca de 350 m² de ocupação irregular.

Além das estruturas fixas, os quiosques utilizam espreguiçadeiras, mesas e outros móveis, especialmente em períodos de maior movimento. O MPF destaca que essa ocupação segregada cria um ambiente exclusivo para os frequentadores dos beach clubs, dificultando o acesso de pedestres à praia.

A Orla Rio, responsável pela administração do Clássico Beach Club, afirmou que ainda não foi notificada sobre a ação civil pública e que todas as melhorias realizadas nos quiosques foram autorizadas por órgãos competentes. O decreto municipal de abril de 2024 já proibia práticas que limitam a circulação de pessoas na praia, como o cercadinho.

A situação gera debate na cidade, refletindo a tensão entre a regulamentação das atividades comerciais e a preservação do espaço público nas praias cariocas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais