Jair Bolsonaro anunciou que pretende se candidatar à presidência em 2026, mesmo sendo considerado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele fez essa declaração em um vídeo na plataforma X e também mencionou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, buscará reeleição. Bolsonaro questionou a decisão do TSE, que o declarou inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em uma reunião com diplomatas. Ele afirmou que sua ausência como candidato seria uma negação da democracia e comparou sua situação a casos em outros países. Durante um evento em São Paulo, ele elogiou Tarcísio e criticou a decisão do STF, sugerindo que a inelegibilidade é uma forma de interferência política. O TSE decidiu pela inelegibilidade de Bolsonaro em junho de 2023, com votos importantes da ministra Cármen Lúcia e do ministro Alexandre de Moraes, baseando-se em sua conduta durante a reunião em que atacou as urnas eletrônicas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reafirmou sua intenção de concorrer à presidência em 2026, apesar de sua inelegibilidade até 2030, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A declaração foi feita em um vídeo publicado em sua conta na plataforma X, onde ele também mencionou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), buscará a reeleição.
Bolsonaro questionou a legitimidade da decisão do TSE, que o considerou inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em uma reunião com diplomatas. Ele afirmou: “Se eu não aparecer como candidato é uma negação à democracia. Qual foi o crime que eu cometi?”. O ex-presidente comparou sua situação à de candidatos em outros países, mencionando um caso na Romênia, onde um tribunal anulou o primeiro turno das eleições presidenciais devido a alegações de interferência externa.
Durante sua participação em um evento em São Paulo, Bolsonaro elogiou Tarcísio, seu ex-ministro e indicado ao governo paulista em 2022. Ele também criticou a decisão do STF, insinuando que a inelegibilidade é uma forma de “Lawfare”, ou seja, uma interferência política no processo democrático.
O TSE, em junho de 2023, decidiu por 5 votos a 2 pela inelegibilidade de Bolsonaro, com votos decisivos da ministra Cármen Lúcia e do ministro Alexandre de Moraes. A decisão foi baseada em sua conduta durante a reunião em que atacou as urnas eletrônicas.
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