Valdemar Costa Neto, presidente do PL, anunciou que Eduardo Bolsonaro deve voltar ao Brasil em julho, após sua licença de 120 dias. Eduardo, que deixou o país em fevereiro alegando perseguição pelo Supremo Tribunal Federal, deve retomar seu trabalho como deputado federal. Costa Neto destacou a importância de Eduardo no partido e mencionou a pressão sobre Jair Bolsonaro para definir sua candidatura em 2026. Ele também comentou sobre a situação política, afirmando que a decisão sobre a candidatura cabe a Bolsonaro, que ainda enfrenta desafios legais.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro deve retornar ao Brasil em julho. Ele se afastou do mandato em fevereiro, alegando perseguição pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Costa Neto afirmou que Eduardo “tem que voltar” após o término da licença de 120 dias.
Eduardo Bolsonaro deixou o país em 27 de fevereiro, afirmando que não retornaria enquanto Alexandre de Moraes estivesse no STF. Em entrevista, ele declarou que o Brasil não é um local seguro para a oposição e que não há liberdade de expressão.
Retorno e Pressões
Valdemar Costa Neto ressaltou a importância de Eduardo no partido e mencionou a pressão sobre Jair Bolsonaro para definir sua candidatura em 2026. O dirigente do PL também comentou sobre a demissão de Fábio Wajngarten, mas evitou entrar em detalhes sobre o assunto.
Ele destacou que a decisão sobre a candidatura presidencial cabe ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que é considerado “o dono dos votos”. Apesar das dificuldades enfrentadas, Costa Neto acredita que há chances de Jair Bolsonaro reverter sua situação na Justiça Eleitoral e se tornar elegível novamente.
A expectativa é que Eduardo Bolsonaro retome suas atividades políticas e contribua para o fortalecimento do PL, em meio a um cenário político conturbado e a pressão por definições sobre o futuro do partido nas próximas eleições.
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