Recentemente, um vídeo falso circulou nas redes sociais, afirmando que o Jornal Nacional noticiou uma ligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Vaticano em resposta a comentários do papa Leão XIV. Esse vídeo, criado com inteligência artificial, mostrava a apresentadora Renata Vasconcellos, mas sua imagem e voz foram manipuladas por tecnologia de deepfake. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República afirmou que o conteúdo era “evidentemente falso”. Análises de ferramentas de verificação confirmaram a manipulação, e o projeto Comprova destacou que não há registros confiáveis de falas do papa sobre Lula. O vídeo teve cerca de 1,1 milhão de visualizações antes de ser removido, evidenciando o uso crescente de inteligência artificial para espalhar desinformação.
Recentemente, uma onda de desinformação tomou conta das redes sociais, envolvendo declarações fictícias do papa Leão XIV sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um vídeo manipulado, criado com inteligência artificial, afirmava que o Jornal Nacional havia noticiado uma ligação de Lula para o Vaticano em resposta a comentários do papa, o que foi desmentido.
É falso que o Jornal Nacional tenha veiculado qualquer informação sobre uma ligação entre Lula e o Vaticano. A gravação, que circulou principalmente no TikTok, mostrava a apresentadora Renata Vasconcellos em uma chamada do programa, alegando que o presidente teria se incomodado com declarações do papa. No entanto, tanto a imagem quanto a voz da jornalista foram geradas por tecnologia de deepfake.
Análises realizadas por ferramentas como Sensity AI e Hive confirmaram que o conteúdo foi manipulado. A sincronização labial foi alterada, e a voz da apresentadora soou robótica, levantando suspeitas sobre a autenticidade do vídeo. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República classificou o conteúdo como “evidentemente falso” e lamentou a disseminação de boatos.
O Comprova, projeto que investiga desinformação, destacou que não há registros de falas do papa sobre Lula em veículos de imprensa confiáveis. O vídeo, que alcançou cerca de 1,1 milhão de visualizações antes de ser removido, é um exemplo da crescente utilização de inteligência artificial para criar notícias falsas. A verificação de informações se torna cada vez mais essencial em um cenário onde a desinformação pode influenciar a opinião pública e a política.
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