Fernanda Fazio, uma veterinária, foi presa como mandante do assassinato da professora Fernanda Bonin, encontrada morta em abril com sinais de estrangulamento. A polícia descobriu que Fazio fez transferências de cerca de R$ 5 mil para João Paulo Bourquin, um dos suspeitos que abandonou o carro da vítima. Bourquin nega envolvimento no crime, assim como Jane Maria da Silva, que também foi presa. Outros dois homens, Ivo Rezende dos Santos e Rosemberg Joaquim de Santana, são suspeitos de participação. A investigação, que começou como latrocínio, agora é tratada como feminicídio, possivelmente motivado por ciúmes de Fazio, que foi casada com Bonin por oito anos. A polícia ainda aguarda laudos periciais para concluir o inquérito.
A veterinária Fernanda Fazio foi presa no dia 9 de maio, acusada de ser a mandante do assassinato da professora Fernanda Bonin, encontrada morta em 28 de abril em um terreno próximo ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O crime, inicialmente tratado como latrocínio, passou a ser investigado como feminicídio.
A investigação revelou que Fazio teria realizado duas transferências bancárias, totalizando cerca de R$ 5 mil, para João Paulo Bourquin, um dos suspeitos do crime. Bourquin foi flagrado em imagens de câmeras de segurança abandonando o carro da vítima. Ele nega envolvimento no assassinato. A defesa de Fazio informou que se manifestará após ter acesso completo aos autos.
Além de Bourquin, outros dois homens, Ivo Rezende dos Santos e Rosemberg Joaquim de Santana, também são suspeitos. A polícia encontrou mensagens no celular de Fazio que a ligam ao crime. Rosemberg, que prestava serviços para a veterinária, está preso, enquanto Ivo permanece foragido. A Polícia Civil aguarda laudos periciais para concluir o inquérito.
Fernanda Bonin, de 42 anos, foi estrangulada com um cadarço, conforme laudo do Instituto Médico Legal (IML). A motivação do crime pode estar relacionada a ciúmes, uma vez que Fazio e Bonin foram casadas por cerca de oito anos e se separaram há mais de um ano. A investigação continua sob sigilo, e a polícia busca mais evidências para elucidar o caso.
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