O Papa Leão XIV tomou posse da Basílica de São João de Latrão, a mais antiga do Ocidente, em uma cerimônia simbólica. Antes, ele visitou o Capitólio, sede da prefeitura de Roma, e planeja ir à basílica de Santa Maria Maior, onde está enterrado seu antecessor, Francisco, que faleceu em abril. Durante a missa em Latrão, Leão XIV falou sobre a importância da paz e da escuta, destacando que a catedral deve inspirar ternura e disposição ao sacrifício. O prefeito de Roma, Roberto Gualtieri, mencionou a mensagem do Papa sobre a condenação dos conflitos armados. A Basílica de São João de Latrão é um local histórico, construído por volta do ano 320, onde ocorreram eventos importantes da Igreja, como o batismo de Carlos Magno e a realização de concílios. Ao longo dos séculos, a basílica passou por várias reconstruções devido a danos de terremotos e incêndios.
O Papa Leão XIV, bispo de Roma, tomou posse simbolicamente da Basílica de São João de Latrão neste domingo, 26 de maio. A cerimônia ocorreu após sua eleição em 18 de maio, em um momento marcado pela reflexão sobre a paz e os conflitos armados no mundo. Antes de chegar à basílica, o Papa visitou o Capitólio, sede da prefeitura de Roma, e planejou uma visita à basílica de Santa Maria Maior, onde está sepultado seu antecessor, Francisco.
Durante a missa na Basílica de São João de Latrão, Leão XIV enfatizou a importância da escuta e da ternura. Ele destacou que a catedral deve inspirar a disposição ao sacrifício e a capacidade de prever as necessidades das pessoas. O prefeito de Roma, Roberto Gualtieri, mencionou que “a paz é a vocação universal mais poderosa de Roma”, referindo-se à mensagem do Papa sobre a condenação dos conflitos armados.
A Basílica de São João de Latrão, considerada a mais antiga do Ocidente, foi construída por volta do ano 320 e é um local fundamental para os cristãos. Importantes eventos históricos ocorreram ali, como o batismo de Carlos Magno em 774 e a proclamação do primeiro jubileu da história pelo papa Bonifácio VIII em 1300. A basílica passou por várias reconstruções devido a danos causados por terremotos e incêndios ao longo dos séculos.
Os Acordos de Latrão, assinados em 1929, normalizaram as relações entre a Santa Sé e o regime de Benito Mussolini, após a anexação de Roma durante a unificação italiana. A cerimônia de coroação papal era realizada na basílica até o século XIX, antes da transferência da residência papal para o Vaticano.
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