Dois estudantes de medicina da Ufes foram expulsos por hackear e vender uma prova final, enquanto 16 outros foram suspensos por 90 dias por comprá-la. A universidade abriu um Inquérito Administrativo Disciplinar após receber denúncias sobre o vazamento da prova. Ao todo, 19 alunos foram investigados, e um deles foi absolvido. Durante o processo, todos tiveram direito à defesa. A Ufes afirmou que a investigação foi conduzida por uma comissão com cinco membros, incluindo quatro professores e um estudante. A universidade se compromete a apurar qualquer denúncia de violação de normas.
Dois estudantes de medicina da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) foram expulsos por hackear e vender a prova final de uma disciplina. Outros dezesseis alunos foram suspensos por adquirir o documento. A Ufes recebeu denúncias sobre o vazamento da prova e, em resposta, abriu um Inquérito Administrativo Disciplinar (IAD) para investigar a situação.
A investigação envolveu dezenove alunos. Dois estudantes foram expulsos por invadir o sistema da universidade e comercializar a prova, enquanto os outros dezesseis enfrentaram uma suspensão de noventa dias. Um aluno foi absolvido e todos os envolvidos tiveram a oportunidade de se defender.
A Ufes informou que o inquérito foi conduzido por uma comissão disciplinar composta por cinco membros, sendo quatro docentes e um estudante. A universidade enfatizou que garantiu amplo direito de defesa a todos os denunciados durante o processo. A Administração Central da Ufes reafirmou seu compromisso com a probidade e a integridade nas relações acadêmicas.
A Ufes também declarou que qualquer denúncia de violação a normas será devidamente apurada. O portal UOL entrou em contato com a Polícia Federal para verificar se o caso foi encaminhado à instituição, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
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