Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp, criticou o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que afeta o crédito das empresas. Ele chamou a medida de “absurdo” e “insensata”, prometendo lutar contra ela. Josué afirmou que o aumento do imposto prejudica as empresas, que já enfrentam juros altos, e que ele é quase cumulativo, afetando as cadeias de produção. Durante um fórum da Fiesp, ele pediu união para reduzir os juros no Brasil, lembrando do sucesso do Plano Real. Além disso, criticou a Justiça do Trabalho por ser excessivamente paternalista, o que, segundo ele, desprotege os trabalhadores. Josué destacou que muitos trabalhadores preferem empregos informais, com uma pesquisa mostrando que 58% deles optam por trabalhar por conta própria. Ele acredita que essa visão paternalista dos poderes públicos prejudica o desenvolvimento do país.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, criticou a elevação das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em evento realizado na terça-feira, 27. Ele classificou o aumento como um “absurdo” e “insensato”, prometendo lutar contra a medida que impacta operações de crédito a empresas.
Josué afirmou que o aumento do IOF agrava a situação das empresas, que já enfrentam juros altos. Ele destacou que o imposto é “quase que cumulativo”, penalizando as cadeias de produção mais longas. O presidente da Fiesp acredita que a reversão da medida é possível, lembrando que a entidade lutou por mais de 30 anos para eliminar impostos indiretos cumulativos. “Nós vamos combater fortemente”, declarou.
Durante o evento, que discutiu a escassez de mão de obra na indústria, Josué também abordou a crescente preferência dos trabalhadores por empregos informais. Ele criticou a visão paternalista da Justiça do Trabalho, que, segundo ele, desprotege os trabalhadores ao tratá-los como incapazes de decidir seu próprio destino. “A realidade está mostrando que ele é capaz”, afirmou, referindo-se à escolha de muitos em não trabalhar sob a proteção da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Uma pesquisa do Instituto Locomotiva apresentada no evento revelou que 58% dos trabalhadores preferem atuar por conta própria, enquanto apenas 11% desejam ser empregados na indústria. Josué ressaltou que essa desconexão entre a realidade dos trabalhadores e a visão dos poderes públicos prejudica o desenvolvimento nacional. Ele conclamou a união da sociedade para reduzir os juros no Brasil, comparando a situação atual à luta contra a hiperinflação durante o Plano Real.
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