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Manifestantes protestam contra projeto que obriga cartazes antiaborto em hospitais do Rio

Protesto contra projeto que exige cartazes antiaborto em hospitais do Rio marca datas de saúde da mulher e redução da mortalidade materna.

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Um grupo de manifestantes fez um protesto em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro contra o Projeto de Lei 2486/2023, que exige cartazes com mensagens contra o aborto em hospitais públicos. A proposta foi aprovada recentemente e agora aguarda a sanção do prefeito. O ato foi organizado por movimentos sociais e feministas, que tentaram entregar uma coroa de flores com uma faixa em protesto, mas não conseguiram. A vereadora Rosa Fernandes, que defendeu a proposta, disse que o objetivo é promover a reflexão sobre o aborto e o planejamento familiar, sem questionar o aborto legal. O protesto coincidiu com o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Internacional da Saúde da Mulher, datas que destacam a importância da saúde reprodutiva.

Na tarde desta quarta-feira, 28 de maio, manifestantes realizaram um ato simbólico em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O protesto foi contra o Projeto de Lei 2486/2023, que determina a fixação de cartazes com mensagens contra o aborto em hospitais públicos. A proposta, aprovada na semana passada, aguarda agora a sanção do prefeito Eduardo Paes.

O ato foi organizado por movimentos sociais e feministas, incluindo a campanha “Criança não é mãe” e a Frente Estadual contra a Criminalização das Mulheres. Os manifestantes tentaram entregar uma coroa de flores com a faixa “Em luto frente à Casa que legisla pela morte de mulheres, meninas e pessoas que gestam”, mas a entrega foi recusada por funcionários do gabinete. Um manifesto foi protocolado, expressando a indignação do grupo.

Angela Freitas, da campanha Nem Presa Nem Morta, destacou a agressão que o projeto representa para a cidadania carioca. Em resposta às críticas, a vereadora Rosa Fernandes defendeu a proposta, afirmando que seu objetivo é promover a reflexão sobre o aborto e o planejamento familiar. Segundo ela, a proposta não questiona o aborto legal, mas busca mostrar as consequências do procedimento.

O protesto coincidiu com o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Internacional da Saúde da Mulher, datas que mobilizam discussões sobre saúde reprodutiva. Rosa Fernandes, que segue a cartilha da Igreja Católica, enfatizou a importância do planejamento familiar e pediu respeito às diferentes opiniões sobre o tema.

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