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Ministro do Desenvolvimento Agrário é retirado da lista de ‘zumbis’ do Planalto

Ministro Paulo Teixeira avança na reforma agrária com entrega de 17 mil lotes e meta de 30 mil até dezembro, apesar das críticas do MST.

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O ministro Paulo Teixeira, responsável pelo Desenvolvimento Agrário, enfrentou pressão do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e dúvidas sobre sua permanência no governo. No entanto, ele anunciou avanços na reforma agrária, entregando 17 mil lotes de assentamento no Paraná e estabelecendo uma meta de 30 mil até dezembro. Apesar das críticas do MST sobre a lentidão das ações, as lideranças do movimento não acreditam que ele será substituído. Teixeira também destacou que os 17 mil lotes entregues são novos e não incluem regularizações. O ministério informou que os recursos do Plano Safra para pequenos agricultores aumentaram em 123%, totalizando R$ 7,23 bilhões. Teixeira se fortaleceu no governo, participando de eventos importantes e sendo um dos escolhidos por Lula para a comitiva no velório do Papa Francisco. Ele reconheceu as críticas do MST como legítimas e continua a trabalhar em agendas de desenvolvimento agrário, com viagens programadas para Rondônia, Acre e Pará.

Após enfrentar pressão do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e incertezas sobre sua permanência no governo, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, conseguiu avanços significativos na reforma agrária. Nesta quinta-feira, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele entregou lotes de assentamento no Paraná, reforçando sua posição no governo.

Teixeira anunciou a entrega de 17 mil lotes até o momento, com a meta de alcançar 30 mil até dezembro. Apesar das críticas do MST, que questiona a lentidão das ações, as lideranças do movimento não acreditam em mudanças na equipe ministerial. O ministro, que já havia sido considerado um “zumbi” em seu cargo, agora participa de eventos importantes, como a entrega de assentamentos na comunidade Maila Sabrina.

Avanços e Desafios

O desempenho do MST em abril, com 30 invasões de terra em 20 estados, foi interpretado como uma pressão por avanços na pauta agrária. Teixeira, no entanto, destaca que os números de assentamentos não incluem regularizações ou créditos, como alega o movimento. Gilmar Mauro, do MST, critica a gestão, afirmando que apenas 5 mil famílias foram assentadas por desapropriações.

O ministério rebate, afirmando que os 17 mil lotes entregues são novos e não contabilizam regularizações. Além disso, o MDA anunciou um aumento de 123% nos recursos do Plano Safra para pequenos agricultores, totalizando R$ 7,23 bilhões.

Fortalecimento no Governo

Teixeira se fortaleceu nas últimas semanas, ao contrário de outros ministros que foram substituídos. Sua permanência é vista como garantida, especialmente pela falta de novos nomes para seu cargo. O ministro também foi um dos três escolhidos por Lula para a comitiva que participou do velório do Papa Francisco no Vaticano.

Durante a feira do MST em São Paulo, Teixeira afirmou que as críticas do movimento são legítimas e que a pressão é parte do processo. O ministro continua a trabalhar em agendas que envolvem o desenvolvimento agrário, com viagens programadas para Rondônia, Acre e Pará nas próximas semanas.

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