Motociclistas em Lima, no Peru, protestaram contra novas regras que obrigam o uso de chalecos refletantes com a placa de matrícula visível. Eles consideram essas medidas discriminatórias e já entraram com uma ação judicial, alegando que a norma é inconstitucional. Os motociclistas afirmam que essa exigência os faz parecer criminosos. Um deles, Paul Tejada, disse que não se pode assumir que todos os motociclistas são delinquentes apenas por usarem motos. Aqueles que não seguirem a nova regra poderão ser multados.
Um grupo de motociclistas protestou nas ruas de Lima, no Peru, contra novas medidas de segurança que exigem o uso de chalecos refletantes com a placa de matrícula visível. Os manifestantes alegam que a normativa é discriminatória e inconstitucional, afirmando que a medida os estigmatiza como criminosos.
Os motociclistas já apresentaram uma demanda judicial contra o decreto. Durante a manifestação, Paul Tejada, um dos motociclistas, declarou: “Nos estão marcando como se fôssemos criminosos. Assumem que todos os motociclistas são delinquentes apenas por conduzir motocicletas.” Ele ressaltou que a criminalidade não está restrita a um tipo de veículo.
A nova regulamentação prevê multas para os motociclistas que não cumprirem as exigências. Os protestos refletem a insatisfação da categoria, que se sente injustamente rotulada. Além disso, os motociclistas argumentam que a medida não resolve os problemas de segurança no trânsito, mas apenas os marginaliza.
Os manifestantes esperam que a demanda judicial traga mudanças e que suas vozes sejam ouvidas pelas autoridades. A situação continua a gerar debates sobre a eficácia das políticas de segurança e o tratamento dado aos motociclistas na sociedade peruana.
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