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Boaventura de Sousa Santos nega acusações de assédio e defende sua trajetória acadêmica

Boaventura de Sousa Santos enfrenta acusações de abuso e nega irregularidades, alegando rivalidades pessoais e danos à sua reputação.

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Boaventura de Sousa Santos, um sociólogo português, foi acusado de abuso no Centro de Estudos Sociais, onde trabalhou até 2019. Ele nega as acusações, dizendo que são resultado de rivalidades pessoais e que sua reputação foi prejudicada, levando ao cancelamento de nove títulos honorários e à pressão sobre estudantes para que retirassem referências a seus trabalhos. Santos afirma que o CES é uma instituição transparente e que, embora tenha cometido erros, nunca cometeu crimes. Ele diz que não se considera culpado e que as denúncias são uma vingança de pessoas que não tiveram projetos aprovados. Santos também menciona que nunca recebeu denúncias formais e que sua única ação judicial é contra as denunciantes para proteger seu nome. Ele se defende dizendo que suas interações com mulheres foram mal interpretadas e que não se considera machista. Santos critica as acusações de “extractivismo intelectual”, afirmando que sempre apoiou outros pesquisadores. Ele se sente injustiçado e diz que sua reputação foi arruinada, além de ter enfrentado dificuldades pessoais e profissionais devido a essas alegações.

Boaventura de Sousa Santos, sociólogo português, enfrenta um escândalo de acusações de abuso no Centro de Estudos Sociais, onde atuou até 2019. Ele nega as alegações, afirmando que são fruto de rivalidades pessoais e que sua reputação foi severamente prejudicada.

Em entrevista, Santos revelou que apresentou uma demanda judicial contra quatro mulheres que o acusaram, ampliando a ação para todas as denunciantes. Ele afirmou que o escândalo resultou no cancelamento de nove títulos honorários que lhe seriam concedidos e na pressão sobre estudantes para que retirassem referências a seus trabalhos.

Santos defendeu o Centro de Estudos Sociais como uma instituição transparente e democrática, embora reconheça que o ambiente de trabalho se tornou mais precário devido ao neoliberalismo. Ele refutou a ideia de um “culto à personalidade”, afirmando que sua notoriedade nas ciências sociais atraiu estudantes, mas não de forma negativa.

Sobre as acusações, Santos disse que não cometeu irregularidades e que, embora tenha cometido erros como diretor, nunca foi acusado de delitos. Ele destacou que sua única ação judicial é para proteger seu nome e que não houve denúncias formais contra ele. Santos também se posicionou como feminista e criticou a confusão entre atos de sedução e assédio.

A comissão independente que investigou as denúncias encontrou indícios de assédio, levando a uma investigação pela Justiça. Santos solicitou que a Justiça o imputasse para ter acesso às denúncias e se defender. Ele se considera uma vítima de oportunismo político, afirmando que as denunciantes buscam promover suas carreiras às custas de sua reputação.

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