O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, está em um momento importante. Ele vai participar da fusão do PSDB com o Podemos em Brasília e, na sequência, deve decidir se fica no novo partido ou se muda para o PP, que é apoiado por aliados como Ciro Nogueira e Tereza Cristina. Riedel é visto como um candidato forte para a reeleição em 2026 e é popular no estado. Ele ainda não tomou uma decisão final, mas a pressão para mudar de partido é grande, especialmente após a saída de outros líderes do PSDB. O PSDB, que já foi um dos principais partidos do Brasil, enfrenta dificuldades desde 2018 e perdeu espaço político. Riedel tem que considerar a força dos partidos na Assembleia Legislativa, onde o PSDB tem mais cadeiras do que o PP e o PL. Pesquisas mostram que, se a eleição fosse hoje, ele venceria com uma boa margem.
As próximas semanas serão decisivas para o governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB). No dia cinco de junho, ele participará do evento que oficializa a fusão do PSDB com o Podemos, em Brasília. Após isso, Riedel deve decidir se permanecerá na nova sigla ou se migrará para o PP, partido que conta com o apoio de aliados como Ciro Nogueira e Tereza Cristina.
Riedel é um político popular e é considerado um candidato natural à reeleição em 2026. Ele é disputado por partidos como o PL, PP e PSD. Apesar da pressão, o governador ainda não tomou uma decisão definitiva e afirma que permanecerá no PSDB até a convenção oficial da fusão. O PSDB, que já foi uma das principais forças políticas do país, enfrenta uma crise desde 2018, perdendo espaço nas eleições.
A possível saída de Riedel do PSDB ganhou força após a migração de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, para o PSD. Com isso, Riedel se tornaria o último tucano a chefiar um estado. Leite e Raquel Lyra, que também deixou o PSDB, têm atuado como interlocutores para convencer Riedel a mudar de partido. O PP, que governa a capital do estado, é o segundo em número de prefeitos, enquanto o PSDB comanda 44 das 79 cidades.
Aliados de Riedel afirmam que a escolha do partido será estratégica, visando fortalecer sua candidatura à reeleição. Levantamento recente indica que, se a eleição fosse hoje, Riedel venceria com 40,3% dos votos, seguido pela senadora Tereza Cristina (PP), com 25,5%. A decisão do governador pode impactar significativamente o cenário político do estado e a composição das próximas eleições.
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