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Polícia Federal investiga ameaças de morte enviadas à bancada feminina da Alesp

A bancada feminina da Alesp é alvo de ameaças de morte em e-mail, levando à investigação da Polícia Federal e apreensão de equipamentos.

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A Polícia Federal está investigando um e-mail com ameaças de morte, tortura e estupro enviado a todas as deputadas da Assembleia Legislativa de São Paulo. O caso, que ocorreu no dia 31, já é apurado pela Polícia Civil como ameaça e injúria racial. A deputada Beth Sahão pediu a atuação da PF. O e-mail continha ofensas e referências nazistas, e é o primeiro ataque desse tipo direcionado a todas as mulheres da Casa. A bancada feminina cresceu de 11 para 24 deputadas entre 2014 e 2022, mas ainda é minoria em um total de 70 parlamentares homens. A Secretaria de Segurança Pública informou que um computador e um celular foram apreendidos na casa de um suspeito de 28 anos. O presidente da Alesp, André do Prado, afirmou que nenhuma agressão pode ser tolerada.

A Polícia Federal investiga um e-mail com ameaças de morte, tortura e estupro enviado a todas as deputadas da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O incidente ocorreu no sábado, 31, e foi registrado pela Polícia Civil como “ameaça, injúria racial e falsa identidade”. A deputada estadual Beth Sahão (PT) solicitou a atuação da PF nesta quarta-feira, 3.

O caso está em fase de apuração interna, antes da abertura de um inquérito. Até o momento, não foram divulgados nomes de suspeitos. “Esse tipo de violência é sempre direcionado às mulheres”, afirmou a deputada, ressaltando a importância de uma investigação minuciosa para evitar tragédias.

As deputadas relataram o episódio em uma nota conjunta nas redes sociais. Embora algumas parlamentares já tenham sido alvo de ameaças anteriormente, este foi o primeiro ataque direcionado a todas as mulheres da Casa. O conteúdo do e-mail continha referências nazistas e ofensas a diversas deputadas, além das ameaças diretas.

Reações e Ações

Parlamentares de diversos partidos, do PT ao PL, manifestaram repúdio ao ataque. O presidente da Alesp, André do Prado (PL), declarou que “nenhuma agressão pode ser tolerada.” O caso foi comunicado à presidência da Alesp e à Polícia Civil. A Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) informou que um computador e um celular foram apreendidos na residência de um suspeito de 28 anos, cujo nome não foi divulgado.

A bancada feminina na Alesp tem crescido nos últimos anos, passando de 11 para 24 deputadas entre 2014 e 2022. Apesar do aumento, as mulheres ainda representam uma minoria em um total de 70 deputados na Casa.

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