A Índia fará seu primeiro censo populacional desde 2011 em 2027, após vários adiamentos, incluindo um por causa da pandemia de Covid-19. O censo será realizado em duas fases, começando em 1º de março de 2027, enquanto as regiões do Himalaia serão contadas antes, em 1º de outubro de 2026. Este censo incluirá pela primeira vez dados sobre castas, que não são coletados desde 1931. A casta ainda é um fator importante na sociedade indiana, afetando a posição social das pessoas. O governo, liderado pelo primeiro-ministro Narendra Modi, decidiu incluir essas informações em uma reunião em maio. Desde 2011, houve tentativas de coletar dados sobre castas, mas os resultados não foram divulgados. A falta de um censo atualizado pode levar a problemas na distribuição de recursos e na inclusão em programas sociais.
A Índia realizará seu primeiro censo populacional desde 2011 em 2027, conforme anunciado pelo governo. A contagem ocorrerá em duas fases, com a coleta de dados começando em 1º de março de 2027 para a maior parte do país. As regiões do Himalaia, incluindo Uttarakhand e Himachal Pradesh, serão contadas antes, em 1º de outubro de 2026.
O censo, que foi adiado várias vezes desde 2021, é um dos maiores exercícios administrativos do mundo. Ele fornece dados essenciais para o planejamento de políticas públicas, alocação de recursos e definição de limites eleitorais. A última contagem foi realizada em 2011, e a coleta de dados sobre castas não ocorre desde 1931.
A inclusão de informações sobre castas é uma novidade e reflete uma questão social e política sensível na Índia. O governo, liderado pelo primeiro-ministro Narendra Modi, decidiu coletar esses dados em uma reunião em maio. A casta ainda desempenha um papel significativo na hierarquia social indiana, com muitos cidadãos enfrentando discriminação.
A coleta de dados sobre castas foi um tema controverso, com governos anteriores hesitando em atualizar essas informações. Em 2011, uma consulta sobre castas foi realizada, mas os resultados nunca foram divulgados devido a alegações de imprecisão. Especialistas alertam que a falta de dados atualizados pode levar à exclusão de pessoas de programas de assistência e à alocação inadequada de recursos.
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