Ralph Leroy Menzies, condenado à morte em mil novecentos e oitenta e oito pelo assassinato de Maurine Hunsaker, pode ser executado em breve, após um juiz de Utah considerar que ele é competente para a execução, apesar de sua demência. Menzies, de sessenta e sete anos, passou trinta e sete anos no corredor da morte. […]
Ralph Leroy Menzies, condenado à morte em mil novecentos e oitenta e oito pelo assassinato de Maurine Hunsaker, pode ser executado em breve, após um juiz de Utah considerar que ele é competente para a execução, apesar de sua demência. Menzies, de sessenta e sete anos, passou trinta e sete anos no corredor da morte.
O juiz Matthew Bates afirmou que Menzies “consistently and rationally understands” (compreende de forma consistente e racional) a situação em que se encontra. A decisão foi baseada na avaliação de que sua condição não viola a Oitava Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proíbe punições cruéis e incomuns. Menzies optou por ser executado por fuzilamento, tornando-se o sexto prisioneiro a ser executado dessa forma desde mil novecentos e setenta e sete.
Os advogados de Menzies planejam apelar da decisão ao Supremo Tribunal de Utah, argumentando que sua demência é tão severa que ele não consegue entender o motivo de sua execução. A advogada Lindsey Layer descreveu Menzies como um homem “severamente danificado, em cadeira de rodas, com demência e problemas significativos de memória”.
A execução de Menzies, que já foi adiada várias vezes ao longo dos anos, pode ser marcada em breve, com o escritório do Procurador-Geral de Utah preparando um mandado de morte. O crime de Menzies ocorreu em mil novecentos e oitenta e cinco, quando ele sequestrou Hunsaker, uma mãe de três filhos, que foi encontrada morta nas montanhas de Wasatch. O filho da vítima, Matt Hunsaker, expressou que a família está emocionada com a possibilidade de que a justiça finalmente seja feita.
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