Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Defesas de Bolsonaro e Braga Netto buscam descredibilizar delação de Mauro Cid

Interrogatórios de Mauro Cid, delator no caso golpista, começam hoje; defesas de Bolsonaro e Braga Netto buscam descredibilizar suas declarações.

O embate entre as defesas de Jair Bolsonaro e Walter Braga Netto contra o ex-ajudante de ordens Mauro Cid inicia os interrogatórios no caso da trama golpista. As audiências começam na tarde desta segunda-feira e devem se estender até sexta-feira, dia treze. Cid, que fez uma delação premiada, será o primeiro a depor. As defesas […]

O embate entre as defesas de Jair Bolsonaro e Walter Braga Netto contra o ex-ajudante de ordens Mauro Cid inicia os interrogatórios no caso da trama golpista. As audiências começam na tarde desta segunda-feira e devem se estender até sexta-feira, dia treze. Cid, que fez uma delação premiada, será o primeiro a depor.

As defesas de Bolsonaro e Braga Netto planejam descredibilizar a delação de Cid, destacando suas mudanças de depoimentos. Auxiliares do ex-presidente informaram que os advogados pretendem ressaltar que Cid alterou suas declarações cinco vezes e prestou doze oitivas ao longo de um ano e quatro meses. A defesa de Braga Netto também pretende enfatizar que foi em uma dessas mudanças que Cid incluiu o general como um dos responsáveis pela tentativa de golpe.

Expectativas para os Interrogatórios

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e advogados consideram que os interrogatórios serão um teste crucial para a delação de Cid. O tenente-coronel deve enfrentar um interrogatório extenso, com questionamentos não apenas do relator da ação, Alexandre de Moraes, mas também da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das defesas. A expectativa é que os advogados tentem explorar contradições nas declarações de Cid para evidenciar fragilidades em sua colaboração.

Os advogados revisaram gravações e declarações de Cid, que afirmou ter sido pressionado pela Polícia Federal e criticou o trabalho de Moraes. Apesar disso, Cid declarou ao STF que sua delação foi “espontânea e voluntária”. O ex-ajudante de ordens é considerado uma figura central no processo, pois esteve próximo a Bolsonaro e relatou tudo o que presenciou e executou, colocando o ex-presidente no centro da trama golpista.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais