Raquel de Souza Lopes, uma brasileira condenada por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro, teve seu pedido de asilo negado por um tribunal dos Estados Unidos. Ela está presa no Texas desde janeiro, após tentar entrar ilegalmente no país. Raquel enfrenta cinco acusações, incluindo golpe de Estado, e foi condenada a 17 anos de prisão no Brasil, embora ela negue as acusações, afirmando que apenas filmou os eventos. Sua defesa planeja recorrer da decisão, e o caso será analisado pelo Board of Immigration Appeals. A deportação de Raquel já estava em andamento, com a agência ICE informando a Interpol e o Ministério da Justiça do Brasil sobre sua situação. Desde abril, a Justiça americana começou os trâmites de deportação de Raquel e outras brasileiras, sendo que uma delas já foi deportada. Raquel fugiu para a Argentina após sua condenação e, em 2024, se juntou a outros militantes que buscavam refúgio. Quatro brasileiras tentaram entrar nos EUA, mas foram detidas, enquanto Raquel e as outras aguardam a decisão sobre seus recursos.
Um tribunal administrativo dos Estados Unidos negou o pedido de asilo de Raquel de Souza Lopes, uma brasileira condenada por envolvimento nos ataques de 8 de janeiro. A informação foi confirmada por familiares ao UOL. Raquel, que está presa no Texas desde janeiro, foi detida ao tentar entrar ilegalmente no país.
A cozinheira brasileira enfrenta cinco acusações, incluindo golpe de Estado, e foi condenada a 17 anos de prisão no Brasil. Ela nega as acusações e argumenta que sua única ação foi filmar os eventos. O pedido de asilo visava evitar sua deportação, mas foi oficialmente negado, conforme relatou seu filho, Acenil Francisco.
Processo de Deportação
A defesa de Raquel planeja recorrer da decisão. O caso agora será analisado pelo BIA (Board of Immigration Appeals), que revisa decisões de imigração nos EUA. A deportação de Raquel já estava em andamento, com a agência ICE comunicando à Interpol e ao Ministério da Justiça do Brasil sobre sua situação.
Desde abril, a Justiça americana iniciou os trâmites de deportação de Raquel e outras brasileiras. Uma delas já foi deportada, enquanto Raquel e outras aguardam os desdobramentos judiciais. Acenil contesta a condenação, considerando-a injusta e afirma que sua mãe não teve participação ativa nos atos violentos.
Contexto dos Ataques
Os ataques de 8 de janeiro resultaram na invasão dos prédios dos Três Poderes em Brasília, em um movimento que buscava contestar a eleição de 2022. Raquel fugiu para a Argentina após a condenação e, em 2024, se juntou a outros militantes que buscavam refúgio no país vizinho. Com o aumento das prisões, cerca de 30 brasileiros deixaram a Argentina em busca de novos destinos, incluindo Peru, Colômbia e México.
Quatro brasileiras, incluindo Raquel, tentaram entrar nos EUA, mas foram detidas. Enquanto Cristiane Silva está presa em Fortaleza (CE), Raquel e as demais aguardam a decisão sobre seus recursos nos Estados Unidos.
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