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Executivos de tecnologia se tornam oficiais do Exército dos EUA no Vale do Silício

Executivos de tecnologia se tornam tenente-coronéis no Exército dos EUA, levantando questões sobre conflitos de interesse e ética.

Andrew Bosworth, diretor de tecnologia da Meta, durante evento da empresa na Califórnia: agora, ele também é tenente-coronel do Exército dos EUA em programa que aproxima big techs do setor militar. (Foto: JOSH EDELSON/Getty Images)
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Quatro executivos de empresas de tecnologia foram nomeados tenente-coronéis da reserva do Exército dos EUA e farão parte do novo Corpo Executivo de Inovação. Entre os nomeados estão Andrew Bosworth, da Meta, e Kevin Weil, Bob McGrew e Shyam Sankar, da OpenAI e Palantir. Eles vão trabalhar no Destacamento 201, que tem como objetivo usar inteligência artificial e visualização de dados para melhorar as Forças Armadas. Esses executivos continuarão em seus empregos civis e não precisarão passar pelo treinamento básico que outros reservistas fazem. A ideia foi proposta por Brynt Parmeter, do Pentágono, que quer aproveitar o conhecimento de civis. No entanto, essa nomeação levantou preocupações sobre possíveis conflitos de interesse, já que as empresas dos novos oficiais têm contratos importantes com o governo dos EUA, incluindo um recente acordo de 200 milhões de dólares entre a OpenAI e a Anduril para sistemas de defesa aérea. Eles poderão exercer funções civis e militares ao mesmo tempo, algo que nunca aconteceu antes na reserva.

Quatro executivos de empresas de tecnologia do Vale do Silício foram nomeados tenente-coronéis da reserva do Exército dos EUA, integrando o recém-criado Corpo Executivo de Inovação. Os nomeados incluem Andrew “Boz” Bosworth, da Meta, Kevin Weil e Bob McGrew, da OpenAI, e Shyam Sankar, da Palantir. Essa iniciativa visa aproximar o setor de defesa das inovações tecnológicas.

Os novos oficiais atuarão no Destacamento 201, que busca tornar as Forças Armadas “mais inteligentes e letais” por meio da expertise em inteligência artificial e visualização de dados. Os executivos continuarão em seus cargos civis, sem a necessidade de passar pelo treinamento básico exigido para outros reservistas. A proposta foi idealizada por Brynt Parmeter, do Pentágono, que vislumbrou a convocação de civis com conhecimento estratégico.

Entretanto, a nomeação gerou preocupações sobre conflitos éticos e comerciais. As empresas Meta, OpenAI e Palantir possuem contratos significativos com o governo dos EUA, incluindo um recente acordo de US$ 200 milhões entre a OpenAI e a Anduril, focado em sistemas de defesa aérea. A relação entre os novos oficiais e suas empresas não foi formalmente encerrada, permitindo que eles desempenhem funções civis e militares simultaneamente, algo inédito para a reserva.

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