O governo de Tarcísio de Freitas vai começar a implementar escolas cívico-militares em São Paulo no dia 28 de julho, com o objetivo de melhorar a educação e diminuir a evasão escolar. O programa será iniciado em 100 escolas da rede estadual. No entanto, a contratação de 208 policiais militares aposentados para atuar como monitores só será feita até 20 de agosto, um mês após o início das aulas, devido a um atraso no cronograma. Esses policiais vão trabalhar no Projeto Valores, que inclui aulas de ética e cidadania, além de supervisionar o uso de uniformes e a entoação de hinos. Cada monitor receberá cerca de R$ 301,70 por dia, totalizando aproximadamente R$ 6.000 mensais, além da aposentadoria. A Secretaria de Educação não explicou o motivo do atraso, mas garantiu que a implementação está sendo feita de forma responsável. As escolas escolhidas têm um bom desempenho no Ideb e atendem alunos de classe média alta. O governo acredita que a militarização pode ajudar a combater a violência e melhorar a educação, mesmo em instituições que já têm bons resultados. A Secretaria de Educação afirmou que o conteúdo das aulas não será afetado pelos monitores militares.
O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) dará início ao modelo de escolas cívico-militares em São Paulo a partir de 28 de julho. O programa, que visa melhorar a qualidade do ensino e reduzir a evasão escolar, começará em 100 escolas da rede estadual. Contudo, a contratação de 208 policiais militares aposentados como monitores ocorrerá apenas até 20 de agosto, um mês após o início das aulas.
Os policiais selecionados atuarão no Projeto Valores, que inclui aulas de ética e cidadania, além de fiscalizar regras como o uso de uniformes e a entoação de hinos cívicos. Cada monitor receberá uma diária de R$ 301,70, totalizando cerca de R$ 6.000 mensais, somados à aposentadoria. Os monitores chefes poderão ter um aumento de 10% na diária, conforme a patente.
A Secretaria de Educação, liderada por Renato Feder, não esclareceu o motivo do atraso nas contratações, mas afirmou que a implementação das escolas cívico-militares está sendo conduzida com responsabilidade. A seleção dos policiais foi afetada por um processo judicial que questionou a constitucionalidade do programa, mas a liminar foi derrubada em novembro do ano passado.
Desempenho das Escolas
As escolas escolhidas para o novo modelo apresentam desempenho acima da média no Ideb e atendem alunos de nível socioeconômico considerado “médio alto”. O governo argumenta que a militarização ajudará a combater a violência e a melhorar a educação, mesmo em instituições que já têm bons resultados. A Secretaria de Educação garantiu que o conteúdo pedagógico seguirá normalmente, sem interferência dos monitores militares.
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