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MP solicita expulsão de guardas municipais envolvidos em sequestro e extorsão na Baixada

Ministério Público denuncia guardas municipais por sequestro e extorsão em Belford Roxo, com penas que podem ultrapassar 60 anos.

Guardas Jeferson Luiz Batista da Silva e Igor da Rocha Maia e Deividson Michael Vieira de Assis (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público por sequestrar e extorquir um homem em Belford Roxo em dezembro de 2022. Entre os acusados estão dois guardas municipais, Jeferson Luiz Batista da Silva e Igor da Rocha Maia, que se passaram por policiais civis. A vítima, Hyago Conceição, foi levada para um cativeiro onde os guardas pediram R$ 50 mil de resgate, enviando vídeos para pressionar a família. O terceiro envolvido, Deividson Michael Vieira de Assis, é acusado de cuidar do cativeiro. Os crimes incluem cárcere privado e extorsão, com penas que podem ultrapassar 60 anos. Os guardas estavam de serviço durante o crime, que foi considerado premeditado. O promotor Eduardo Pinho pediu a expulsão dos guardas, ressaltando que Igor se gabava de sequestros anteriores. A defesa de Deividson afirmou que ele é motorista de aplicativo e não participou do sequestro, enquanto os advogados dos guardas não comentaram as acusações. A investigação continua e o Ministério Público busca a condenação dos réus.

Os três indivíduos envolvidos no sequestro e extorsão de um homem em Belford Roxo, ocorrido em dezembro de 2022, foram denunciados pelo Ministério Público nesta sexta-feira (27). Entre os acusados estão dois guardas municipais, Jeferson Luiz Batista da Silva e Igor da Rocha Maia, que se apresentaram como policiais civis durante a ação criminosa.

A vítima, Hyago Conceição dos Santos, foi levada para um cativeiro, onde os guardas exigiram um resgate de R$ 50 mil de sua família, enviando vídeos como forma de pressão. O terceiro envolvido, Deividson Michael Vieira de Assis, é apontado como o responsável pelo cativeiro. A denúncia inclui crimes como cárcere privado, extorsão e extorsão mediante sequestro, com penas que podem ultrapassar 60 anos.

Os guardas estavam em horário de trabalho quando cometeram o crime. A investigação revelou que o sequestro foi premeditado. Em um áudio, Igor da Rocha Maia mencionou a intenção de sequestrar os suspeitos que havia libertado, referindo-se a eles como integrantes de uma quadrilha que aplica o golpe conhecido como “Boa Noite Cinderela”.

Detalhes do Caso

O promotor Eduardo Pinho destacou a gravidade da situação, afirmando que Igor se vangloriava de sequestros anteriores. Ele solicitou a expulsão dos guardas da corporação, enfatizando que esse tipo de crime não é isolado na vida dos acusados. A defesa de Deividson alegou que ele é motorista de aplicativo e não participou do sequestro, enquanto os advogados dos guardas não se manifestaram sobre as acusações.

O caso levanta preocupações sobre a conduta de agentes de segurança pública e a necessidade de medidas rigorosas para prevenir abusos de poder. A investigação continua, e o Ministério Público busca a condenação dos réus pelos crimes cometidos.

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