- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se mostrou disposto a coordenar a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.
- Haddad deseja concluir seu mandato na Fazenda antes de assumir essa função.
- Ele defendeu a saúde de Lula, comparando-o ao ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e afirmou que as críticas são injustas.
- Pesquisas do Datafolha mostram que Lula lidera os cenários de primeiro turno para 2026, mas enfrenta uma desaprovação de 40% ao governo.
- Haddad também destacou a importância da digitalização para o Partido dos Trabalhadores (PT) e anunciou uma reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou sua disposição para coordenar a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Em entrevista ao portal Metrópoles, Haddad afirmou que aceitaria essa função, mas expressou o desejo de concluir seu mandato à frente da pasta econômica. Ele destacou que, caso assuma a coordenação, não poderá permanecer até o fim do mandato.
Haddad também comentou sobre a saúde de Lula, que completará 80 anos em outubro, e fez uma comparação com o ex-presidente dos EUA, Joe Biden. O ministro defendeu que as comparações são injustas, afirmando que quem critica deveria acompanhar a agenda intensa de Lula por uma semana.
Recentemente, pesquisas do Datafolha indicaram que Lula lidera os cenários de primeiro turno para 2026 e empata com o governador Tarcísio de Freitas no segundo turno. Apesar de uma desaprovação de 40% ao governo, Haddad ressaltou que 28% dos brasileiros percebem uma melhora em suas condições econômicas.
Digitalização do PT
O ministro também abordou a necessidade de o PT se adaptar ao ambiente digital. Ele acredita que a sobrevivência do partido depende de sua capacidade de se engajar nas redes sociais e nos meios digitais. Haddad mencionou que a militância enfrenta desafios nesse novo cenário, mas que a digitalização é essencial para o futuro do partido.
Além disso, Haddad revelou que se reunirá com o presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta semana e defendeu que as casas de apostas virtuais devem ser regulamentadas de forma semelhante às indústrias de tabaco e bebidas alcoólicas.
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