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Família de Juliana Marins revela detalhes sobre laudo pericial nesta sexta-feira

Família de Juliana Marins busca justiça e mudanças nas normas de segurança após morte em acidente no Monte Rinjani, na Indonésia.

Local da queda de Juliana Marins, pouco tempo após o acidente (Foto: Reprodução)
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  • Juliana Marins, publicitária de 26 anos, morreu após cair do Monte Rinjani, na Indonésia, em junho.
  • As buscas duraram 85 horas e enfrentaram críticas pela resposta dos órgãos de resgate.
  • Laudos periciais indicam que Juliana sobreviveu até 32 horas após a primeira queda, mas uma segunda queda foi fatal.
  • A família considera ações legais por negligência no resgate e busca mudanças nas normas de segurança em trilhas.
  • O caso gerou discussões sobre a responsabilidade dos órgãos de resgate e a necessidade de protocolos de segurança em atividades de aventura.

A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, faleceu após um acidente no Monte Rinjani, na Indonésia, em junho. As buscas, que duraram 85 horas, foram marcadas por condições climáticas adversas e críticas à resposta dos órgãos de resgate. Juliana caiu de uma trilha no dia 21 de junho, e seu corpo foi encontrado em 24 de junho.

Laudos periciais indicam que Juliana sobreviveu até 32 horas após a primeira queda, mas uma segunda queda foi fatal. A família da jovem, que reside em Niterói, considera ações legais por negligência no resgate e busca mudanças nas normas de segurança em trilhas. A tragédia gerou uma onda de solidariedade e levantou questões sobre a responsabilidade dos órgãos de resgate.

Detalhes do Acidente

Juliana foi vista viva por turistas que utilizaram drones para registrar sua situação. A primeira queda ocorreu por volta das 4h21 do dia 21 de junho. O alerta para a Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia foi feito às 6h06, mas a equipe de resgate chegou ao local apenas às 8h, sem os equipamentos adequados. A Defesa Civil foi acionada às 8h30, e o socorro profissional chegou somente às 10h20.

Os laudos indicam que Juliana sofreu múltiplas fraturas e hemorragias internas. A análise do desenvolvimento de larvas em seu corpo ajudou a determinar o tempo de sobrevivência após a queda. A irmã de Juliana, Mariana Marins, destacou que um resgate mais ágil poderia ter salvado a vida da jovem.

Repercussão e Ações Futuras

A família de Juliana se reuniu com representantes da Defensoria Pública da União para discutir as circunstâncias do resgate e as possíveis ações legais. Mariana afirmou que a luta vai além da memória da irmã, buscando prevenir futuros acidentes em trilhas. A defensora pública de Direitos Humanos, Taísa Bittencourt, mencionou a possibilidade de uma campanha internacional para exigir regras mais rígidas em parques de aventura.

O caso de Juliana Marins destaca a importância de protocolos de segurança em atividades de aventura e a necessidade de um sistema de resgate mais eficiente em áreas remotas. A situação continua a ser acompanhada pelas autoridades e pela família, que busca justiça e melhorias nas condições de segurança.

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