- A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) agora conta com 27 deputadas, um recorde na história da casa.
- A mudança ocorreu com a posse de Camila Godoi (PSB) e Damaris Moura (PSDB), após a cassação dos mandatos de Simão Pedro (PT) e Ortiz Júnior (Cidadania) por fraudes eleitorais.
- Camila Godoi assume a vaga de Simão Pedro, enquanto Damaris Moura ocupa o lugar de Ortiz Júnior.
- A retotalização dos votos das eleições de 2022 levou à anulação de votos e cassação de candidaturas de partidos que não cumpriram a cota de gênero.
- A nova configuração na Alesp representa um avanço na representação feminina na política paulista.
Com a posse de Camila Godoi (PSB) e Damaris Moura (PSDB), a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) alcança um marco histórico: 27 deputadas nesta legislatura. A mudança ocorre após a cassação dos mandatos de Simão Pedro (PT) e Ortiz Júnior (Cidadania) por fraudes eleitorais.
Camila Godoi assume a vaga anteriormente ocupada por Simão Pedro, que perdeu seu mandato após decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Damaris Moura, por sua vez, toma posse no lugar de Ortiz Júnior, que teve seu mandato cassado por infidelidade partidária. A retotalização dos votos das eleições de 2022 resultou na anulação de votos e cassação de candidaturas de partidos que não respeitaram a cota de gênero.
A Alesp, que conta com um total de 94 deputados, agora tem uma representação feminina que se aproxima do ideal. A mudança na composição da casa legislativa é resultado de Ações de Investigação Judicial Eleitoral que identificaram irregularidades nas candidaturas do Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Simão Pedro e Ortiz Júnior tentam reverter a decisão judicial que resultou na perda de seus mandatos. A nova configuração na Alesp representa um avanço na busca por maior equidade de gênero na política paulista, refletindo um cenário em transformação.
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